Através de informações colhidas na primeira fase da operação "Limpeza", realizada em 22/03/2018, a partir de 18/05/2018, foram deflagradas ações táticas visando, em parceira com a Polícia Militar, ao cumprimento de mandados de prisões preventivas. Relembre: http://g1.globo.com/minas-gerais/videos/t/todos-os-videos/v/operacao-prende-quadrilha-suspeita-de-trafico-de-drogas-em-paraopeba-em-mg/6601852/.

Na primeira fase da operação, após 6 meses de investigação, cerca de 160 policiais civis, com apoio de helicóptero e do canil da PCMG, desarticularam uma organização criminosa, com a prisão de 19 pessoas e cumprimento de 26 mandados de busca e apreensão.

Após a primeira fase da operação, diversos indícios de crimes foram colhidos pela polícia, possibilitando confirmar a participação dos indivíduos presos em crimes como tráfico de drogas, associação para o tráfico de drogas, tráfico de armas de fogo e lavagem de capitais.

No decorrer das investigações outros integrantes da organização criminosa foram identificados e tiveram mandados de prisão preventiva expedidos pela Justiça, os quais estão sendo cumpridos em parceria com a Polícia Militar.

Entre os presos nessa etapa está W. F. de S., conhecido como Caturrão ou Delei, apontado como um dos maiores distribuidores de drogas da região metropolitana de Belo Horizonte, além de Paraopeba, Pompéu, Martinho Campos e Abaeté, preso na madrugada desta segunda-feira, 21/05/2018, em Belo Horizonte, por policiais militares do 13º BPM e do GAECO.

Caturrão já era monitorado pelas Agências de Inteligência de diversos órgãos de segurança, como Polícia Civil, Polícia Militar, Polícia Federal e GAECO, porém ainda não havia indícios robustos que permitissem a sua prisão, o que só foi possível, com a decretação da prisão preventiva pela Justiça de Paraopeba, a partir das investigações da operação "Limpeza". Na casa dele a polícia apreendeu um revólver.



Balanço

Durante toda a operação drogas foram apreendidas, além de já terem sido identificados e sequestrados diversos bens da organização criminosa, como veículos, dinheiro em espécie, e imóveis, avaliados em mais de R$ 1.000.000,00. Todos esses bens, além de outros ainda em identificação, deverão ter seu perdimento decretado pela Justiça, sendo leiloados e o valor correspondente revertido em favor do Fundo Nacional Antidrogas.

Desde o início da "Limpeza" 21 membros da organização criminosa foram presos, e outros já foram identificados, sendo que os trabalhos seguem para o cumprimento de outros mandados de prisão.

Por Ascom Polícia Civil
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