No último Sábado, 21 de Abril, aconteceu em Ouro Preto a entrega da tradicional Medalha da Inconfidência, presidida pelo Governador do Estado, Fernando Pimentel.

Criada em 1952 pelo governador Juscelino Kubitscheck, a Medalha da Inconfidência possui quatro designações: Grande Colar, Grande Medalha, Medalha de Honra e Medalha da Inconfidência.  Foram 40 agraciados com a Grande Medalha, 58 com a Medalha de Honra e 72 com a Medalha da Inconfidência. De acordo com a Constituição do Estado, o governador Fernando Pimentel baixou decreto transferindo simbolicamente a capital de Minas Gerais para Ouro Preto. A cidade foi a capital mineira de 1823 até 1897.

O Presidente da Academia Cordisburguense de Letras Guimarães Rosa, Raimundo Alves de Jesus, recebeu a comenda, Grau Honra, das mãos do Governador do Estado.

A Medalha da Inconfidência é a maior honraria concedida pelo Estado de Minas Gerais, atribuída a personalidades que contribuíram para o prestígio e a projeção mineira.

Parabéns ao cordisburguense Raimundo Alves pela grande comenda recebida.

Com informações de Agência Minas e Estado de Minas
Foto de Manoel Marques / Imprensa MG


O recadastramento biométrico não é obrigatório em Cordisburgo para as Eleições 2018.Por isso, os eleitores que não fizeram a biometria na cidade e em municípios da região como Araçaí, Santana da Pirapama, Paraopeba e Caetanópolis, por exemplo, poderão votar normalmente nas eleições de outubro, desde que estejam com a situação regular com a Justiça Eleitoral. 

Muitos eleitores estão enfrentando filas nos locais de maior movimento achando que, se não fizerem o recadastramento biométrico, terão o título cancelado e não votarão nas próximas eleições. Isso só acontecerá para os eleitores de Betim, Contagem, Uberaba e Uberlândia que não comparecerem para realizar o cadastramento.

Em Minas Gerais, a biometria só será utilizada nas eleições deste ano em 100% do eleitorado de 84 cidades. 

Embora a biometria ainda não seja obrigatória em Cordisburgo e na maioria das cidades mineiras, a orientação da Justiça Eleitoral é para que as pessoas façam o procedimento o quanto antes – para quem quiser votar em 2018, o prazo vai até 9 de maio, mesmo prazo para que eleitores com deficiência ou dificuldade de locomoção solicitem transferência para seções de fácil acesso.

Abordagem em casa

A Justiça Eleitoral não vem abordando eleitores em casa, em nenhum município, devido ao recadastramento biométrico. Se em alguma cidade o eleitor receber a visita de alguém com essa motivação, deve ficar atento.

O alistamento eleitoral é obrigatório para os maiores de 18 anos e facultativo para os analfabetos, os jovens entre 16 e 18 anos e os maiores de 70. Já a transferência do título deve ser feita pelo eleitor que mudou de cidade. Deve regularizar a situação quem teve o título cancelado por ausência às urnas, caso não tenha votado ou justificado por três eleições consecutivas. Para aplicação dessa regra, cada turno é considerado uma eleição.

Saiba mais sobre a biometria.


O GEPMOR - Grupo Especializado de Prevenção e Mobilidade Rápida, estava patrulhando na Praça do CAT, no Centro de Sete Lagoas e foi acionado por uma transeunte e passou a situação de que havia uma jovem de nome V.C.C, 34 anos, perambulando no centro da cidade, estando grávida e com uma criança nos braços, alegando que iria tomar chumbinho devido uma vizinha ter mandado fazer isto a fim de melhorar a vida.

Ao GPMOR foi passado as características pessoais, neste ínterim o grupamento fez patrulha no centro localizando a mulher e a criança. A mulher estava bastante agressiva e com fala desconexas. O sargento Leonardo Leandro a interpelou sobre os fatos e diante da narrativa de que iria dar fim a vida e de sua filha tomando chumbinho, o graduado manteve um intenso diálogo até convence-la a entregar o veneno.

Diante disso, com ela e a criança ficou fora de risco, a mulher foi conduzida para um atendimento médico específico.

As viaturas de apoio da base de segurança comunitária conseguiu localizar o comércio de onde foi comprado o veneno e o autor foi preso e apresentado ao DP.

Com informações de Tecle Mídia




A Secretaria de Turismo Ecologia e Meio Ambiente em parceria com a Secretaria de Obras, Infraestrutura e estradas, IEF, Copasa, Emater, desenvolveram nesta quinta feira, 19, um plantio de mudas (Ipês Mirins) na Rua João Negrão Licas de Lima, Rua Diretora Noemi Pereira da Costa e Geraldino Rocha. 

O intuito de efetuar o plantio foi para contribuir com a arborização desses logradouros e  principalmente arborizar esses espaços vazios que antes eram usados para depósito de entulhos.

Ainda nessa semana, foram realizadas palestras no Centro de Atendimento ao Turismo com o Sr. Guilherme Nogara, do Instituto de Permacultura Simbiótica, abordando o tema PERMACULTURA. A Palestra foi aberta a população e aos alunos da Escola Estadual Mestre Candinho.




A Secretaria de Estado de Desenvolvimento Agrário de Minas Gerais, através da EMATER-MG, Escritório Local de Cordisburgo, e demais parceiros está realizando CADASTRAMENTO para o PROGRAMA DE REGULARIZAÇÃO FUNDIÁRIA  em Cordisburgo nesta semana – 16/04/2018 a 20/04/2018.
                        A REGULARIAÇÃO FUNDIÁRIA é a forma legal que o Governo vai promover a regularização de terras devolutas do Estado, de quem nunca teve documento, por meio da emissão de título de propriedades rurais a quem vive e trabalha na terra.
                        Tem direito à regularização gratuita quem mora em um terreno de até 5 ha, há mais de 5 anos, que tem na terra devoluta sua principal fonte de renda e que não seja proprietário de nenhum outro imóvel. De 100 a 250 hectares, é necessária ação discriminatória e autorização da Assembleia Legislativa. A Lei permite legitimar apenas um imóvel.
                        A EMATER-MG ficou responsável pelo cadastramento dos interessados, no Escritório Local da EMATER-MG em Cordisburgo. Após o cadastramento e análise dos documentos, se aprovado,  o processo passará pela etapa de medição (Georreferenciamento) e pela análise jurídica e não havendo nenhuma inconformidade será emitido o TÍTULO DE POSSE, que deverá ser registrado pelo proprietário em cartório para ter validade.
                        O Cadastramento está sendo realizado pela equipe do Escritório Local da EMATER-MG e será encerrado dia 20/04/2018, às 14 horas.




Dez meses após receber a denúncia, o Supremo Tribunal Federal (STF) transformou o senador Aécio Neves em réu por corrupção passiva e obstrução da Justiça. A decisão da 1ª Turma ocorreu na tarde desta terça-feira (17). Com isso, uma ação penal será aberta para investigar os indícios de crime apontados pela Procuradoria-Geral da República (PGR) na denúncia apresentada em 17 de junho do ano passado.

O primeiro voto foi do relator do caso na Corte, Marco Aurélio Mello, que afirmou haver indícios de obstrução da Justiça a partir de interceptações telefônicas em que o tucano tenta influenciar na escolha de delegados da Polícia Federal para atuação na Operação Lava-Jato.

— Estaria tentando influenciar (...) buscando assegurar a impunidade de autoridades políticas investigadas. Surgem sinais de prática criminosa.

O segundo a votar foi o ministro Luís Roberto Barroso. Em uma manifestação firme, disse que há indícios fortes de corrupção passiva dos denunciados, citando a forma de transporte dos R$ 2 milhões, feito de carro entre São Paulo e Minas Gerais. Para o magistrado, houve o uso do cargo de senador para a prática de crimes.

Barroso afirmou que, a exemplo do julgamento em que houve a determinação de afastamento do cargo, ele mais uma vez se posicionaria dessa forma.

No entanto, fez duras críticas ao Legislativo e ao próprio pleno do STF, que decidiu que a palavra final sobre sanções a mandatos parlamentares fica a cargo de deputados e senadores.

— Em qualquer futura antologia de barbaridades jurídicas, esse fato deve constar.

O voto do relator foi acompanhado também pelos ministros Rosa Weber e Luiz Fux.

O único posicionamento divergente, que não alterou o resultado do julgamento, foi o do ministro Alexandre de Moraes. Ele aceitou a denúncia por corrupção passiva, mas refutou a acusação de obstrução da Justiça. Segundo ele, embora tenha havida bravata e intenção por parte do senador mineiro, tudo ficou na "intenção".

— Por mais absurdas que foram as frases (ditas por Aécio), ficaram no mundo das cogitações.

Entenda o caso

Aécio foi denunciado por corrupção passiva e obstrução da Justiça pelo então procurador-geral da República (PGR), Rodrigo Janot. Ele foi gravado pedindo R$ 2 milhões ao empresário Joesley Batista, um dos donos da JBS, para pagar despesas com sua defesa na Operação Lava-Jato. O valor foi repassado em quatro parcelas de R$ 500 mil. As últimas três entregas foram filmadas pela Polícia Federal.

Também viraram réus Andrea Neves, irmã do senador, e Frederico Pacheco de Medeiros, o Fred, primo deles, além de Mendherson Souza Lima, ex-assessor do senador Zeze Perrella (PMDB-MG).

Andrea teria intermediado o encontro com Joesley, Fred foi filmado recebendo malas com o dinheiro, e Lima levou os valores de São Paulo para Minas Gerais de carro. Segundo a PGR, o recurso foi parar na conta da empresa de um filho de Perrella.

O tucano ainda é acusado de tentar atrapalhar a Lava-Jato, a partir da articulação do projeto de lei do abuso de autoridade – que previa limitações na atuação de investigadores e juízes. A denúncia cita o apoio à proposta de anistia a crimes de caixa 2. Na gravação da conversa, o mineiro também relatou pressão sobre membros do governo e da PF para indicar delegados aprovados por ele para conduzir inquéritos.

Por Gaúcha - ZeroHora
Imagem de EXAME
Tecnologia do Blogger.