O sábado, dia 18 de agosto, é o Dia D de mobilização para a Campanha Nacional de Vacinação contra a poliomielite e contra o sarampo. A campanha teve início dia 6 e segue até 31 de agosto, realizada pelo Ministério da Saúde em parceria com as Secretarias Estaduais e Municipais de Saúde. Devem ser vacinadas crianças de um ano até quatro anos 11 meses e 29 dias.

A campanha tem como objetivo manter elevada cobertura vacinal contra a poliomielite nos municípios, para evitar a reintrodução do vírus, bem como vacinar os menores de cinco anos de idade contra o sarampo e a rubéola, para manter o estado de eliminação dessas doenças.

Em Cordisburgo, a campanha acontece na ESF Cordisburgo, localizado na Rua do Rosário, ao lado da Farmácia de Minas, no Centro da cidade, durante todo o dia.

As campanhas contra poliomielite foram iniciadas em 1980, estando o país livre da doença desde 1990. Com relação às campanhas contra o sarampo, estas são realizadas desde 1995, com a vacinação de população alvo específica que, na grande maioria das vezes, abrange as crianças de um a quatro anos de idade.




No primeiro dia de campanha eleitoral, Cordisburgo foi escolhida para ser a largada do atual Deputado Federal e candidato a senador, Rodrigo Pacheco.

Em reunião com lideranças políticas da região, ocorrida na residência do empresário Alberto Ramos, Rodrigo Pacheco afirmou que não há desenvolvimento humano e social sem o desenvolvimento econômico do Estado, defendendo uma mudança política no comando de Minas Gerais. Disse ser municipalista, e que irá buscar melhorias para toda a região.

Outro ponto bastante frisado é do apoio a candidatura de Antônio Anastasia ao Governo de Minas Gerais, que não pôde estar presente devido ao debate eleitoral da Rede Bandeirantes na noite desta quinta-feira.

O empresário Alberto Ramos explanou que Anastasia fez o compromisso de que caso seja eleito, irá realizar o asfaltamento da rodovia MG-231, que liga Cordisburgo a Santana de Pirapama.

O empresário e seu filho "Betinho" afirmaram apoio a Rodrigo Pacheco ao senado e a Antonio Anastasia para o Governo de Minas.

Estiveram presentes os Prefeitos, Maurílio Guimarães - de Curvelo, Juca Bahia - de Paraopeba, Romário Alves - de Caetanópolis, Sargento Dalton - de Santana de Pirapama, Edson Vargas - de Funilândia, Humbero Reis - de Jequitibá, Patrick Diniz - de Jequitibá, além do vice-prefeito de Cordisburgo - José Maria, entre várias outras autoridades.

O vice-prefeito de Sete Lagoas, Duílio de Castro, que também é candidato ao pleito de Deputado Federal, também marcou presença.

Os vereadores de Cordisburgo - Ney Freitas, Gilson Rodrigues, Paulo Eduardo, Arnaldo de Paula, Geralda Maria, Erivélton Santos, Péricles Pereira e Aldair Marques estiveram presentes.

Esta reunião serviu para a apresentação de propostas por parte dos candidatos, a exposição das demandas locais por parte das autoridades, além da formação de alianças políticas.


RODRIGO PACHECO

Rodrigo Pacheco tem 41 anos e é natural de Porto Velho (RO). É formado em direito pela Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (PUC Minas), especialista em direito penal.

Foi eleito deputado federal em 2014 e presidiu a Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados. Em 2016, foi candidato à prefeitura de Belo Horizonte, mas perdeu o pleito. Em 2018, assumiu a presidência estadual do DEM em Minas Gerais.

Por Lucas Gustavo - Texto e Fotos































Hoje é dia de festa para Dona Lica. Sábia, antenada e animada, a centenária querida moradora da cidade de Cordisburgo garante que o segredo é gostar de viver a vida, ter bom humor, cuidado com a alimentação e praticar atividades físicas. Filha de Virgílio Marques da Silva e Maria Ferreira da Silva, Maria Marques de Figueiredo (Dona Lica) nasceu em Cordisburgo no dia 10 de agosto de 1911 conforme sua certidão de nascimento, mas ela contesta o seu registro e explica que na verdade, nasceu no dia 16 de agosto e que seu pai confundiu as datas na hora de registrá-la no cartório. Portanto, oficialmente seu aniversário só é comemorado no dia 16 e hoje, portanto ela completa 107 anos.

Seu pai teve doze filhos do primeiro casamento e doze filhos do segundo casamento, totalizando vinte e quatro irmãos. Alguns se casaram e morreram muito cedo deixando a viúva ou viúvo e os filhos que ela ajudou a criar com grande carinho e dedicação.

Foi criada na 'Fazenda do Tamboril - Povoado do Onça', com seu pai e irmãos, pois ficou órfã de mãe muito cedo com apenas quatro anos e seu pai tinha por ela um carinho todo especial.

Dona Lica relata que na época dos estudos, seu pai contratou um professor para ensinar na fazenda e ela teve muito pouco tempo de aprendizado, mas como era muito esperta, aprendeu tudo rapidamente.

Foi bordadeira à máquina, de mão cheia, ensinou muitas pessoas com paciência a bordar, principalmente rechiliê e mais tarde aprendeu a costurar e fazer bordados a mão, tendo ela mesmo confeccionado o seu enxoval.

Por ter medo de casar e também morrer cedo ou ficar viúva, deixando filhos, evitou por muito tempo o matrimônio. Casou-se aos 45 anos com o viúvo Raimundo Ferreira de Figueiredo e teve sua única filha Valdênia aos 46 anos. Criou mais uma menina como filha, Maria José, filha natural de seu marido. Sendo que as duas irmãs são muito unidas.

Seu marido tinha filhos do primeiro casamento e até hoje os que ainda vivem têm muito carinho por Dona Lica, pois a mesma foi uma esposa exemplar, amorosa e dedicada.

O casal viveu sempre em harmonia, inclusive ele a chamava carinhosamente de “benzoca”. Há mais de 35 anos ficou viúva.

Hoje, Dona Lica tem 5 netos: Grazielle, Gabriella, Luís Alfredo, Fabiane e Franciane e as bisnetas gêmeas: Júlia e Lara.

É muito vaidosa, preocupa em sempre estar bem arrumada, com cabelos escovados, unhas pintadas e não dispensa um batom. Gosta muito de conversar, lê revistas, livros, jornal além de assistir televisão para manter-se bem informada. Católica praticante vai à missa com frequência. É muito admirada pelos familiares, amigos e cordisburguenses de modo geral. Os turistas que visitam Cordisburgo ficam admirados com sua esperteza, pedem para conversar, tirar fotos e aqueles que participam da ‘Semana Roseana’ já se tornaram seus amigos e estão sempre voltando.

Ela adora datas comemorativas, juntar a família e ficar até o final de todas as reuniões. Nestas ocasiões fica mais alegre ainda, participando das conversas, contando casos e até arrisca jogar baralho.

Apesar da avançada idade, faz questão de exercer a cidadania e continua votando nas eleições.

Um de seus hobbies preferidos é ficar debruçada no alpendre de sua residência vendo o movimento, e foi assim que ficou conhecida e cultivou várias amizades, sempre muito caridosa, sempre convida aqueles do meio rural que ficam horas sentados no murinho para entrar, tomar um café, fazer uma refeição, tomar uma água ou mesmo se acolher do sol forte ou chuva.

Tem depoimento publicado no livro ‘O Coração do Lugar – Depoimentos para Guimarães Rosa’, lançado em 2006. Também através do ‘Projeto Catapoesia’ foi publicado o livro ‘Bordando Letras’ de sua autoria através de seus depoimentos. Participou da filmagem do documentário ‘Maria’, um projeto de conclusão do curso de jornalismo Unitri.

Em 2011 recebeu uma placa em uma solenidade na Câmara Municipal de Cordisburgo em comemoração aos seus 100 anos de vida.

Para Dona Lica, viver 107 anos é uma dádiva de Deus e a receita para uma longa vida é ter paciência, simplicidade e alegria.

Para as filhas e netos, ter ao lado uma pessoa como ela é inexplicável, afinal poucos tem esse privilégio maravilhoso de ter uma centenária em casa.

Desejamos muita saúde a Dona Lica, que Deus continue a abençoando com muita luz e continue com essa admirável alegria de viver!

Por Bárbara Nunes - SeteLagoas.com.br


Encerrado o prazo para registro das candidaturas, os partidos políticos apresentaram 13 nomes para disputar o Palácio do Planalto, sem surpresas em relação às decisões das convenções nacionais.
Segundo dados disponíveis no Sistema de Divulgação de Candidaturas do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o patrimônio declarado dos presidenciáveis chega a R$ 834 milhões.
Pelas relações de bens apresentadas à Justiça Eleitoral, os candidatos têm patrimônio que varia de zero a R$ 425 milhões. O candidato com maior patrimônio é João Amoêdo (Novo), que construiu sua carreira do mercado financeiro. O candidato do Patri, Cabo Daciolo, conforme o portal do TSE, não apresentou declaração de bens.
Já Amoêdo declarou casas, apartamentos, carros, joias, quadros, objetos de arte, título de clube, aplicações, embarcação, salas comerciais e depósito em conta corrente.
Henrique Meirelles (MDB) declarou R$ 377,5 milhões, incluindo depósito em conta no exterior, cotas de capital, título de clube, aplicações, apartamento e carros. Engenheiro de formação, Meirelles construiu a carreira no mercado financeiro, tendo sido presidente do BankBoston.
O terceiro candidato com maior patrimônio é João Vicente Goulart (PPL), totalizando R$ 8,6 milhões declarados. A relação de bens apresentada ao TSE inclui cotas de capital e imóveis. Na sequência, vêm o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que declarou patrimônio de R$ 8 milhões; e José Maria Eymael (DC), com R$ 6,1 milhões declarados.
Pelo calendário eleitoral, o TSE tem até o dia 17 de setembro para julgar os pedidos de registro de candidaturas. Esse também é o prazo final para que os partidos substituam nomes nas chapas, exceto em caso de morte de candidato. 
A seguir candidatos que pediram registro e o respectivo patrimônio:
. João Amoêdo (Novo)  -  R$ 425 milhões
. Henrique Meirelles (MDB) -  R$ 377,5 milhões
. João Goulart Filho (PPL) -  R$ 8,6 milhões
. Luiz Inácio Lula da Silva (PT) – R$ 8 milhões
. José Maria Eymael (DC) – R$ 6,1 milhões
. Alvaro Dias (Pode) – R$ 2,9 milhões
. Jair Bolsonaro (PSL) – R$ 2,3 milhões
. Ciro Gomes (PDT) – R$ 1,7 milhão
. Geraldo Alckmin (PSDB) - R$ 1,4 milhão
. Marina Silva (Rede) – R$ 118,8 mil
. Vera Lúcia (PSTU) – R$ 20 mil
. Guilherme Boulos (PSOL) – R$ 15,4 mil
. Cabo Daciolo (Patri) – não declarado


Nesta terça-feira, em operação em Lagoa Bonita, distrito de Cordisburgo, a Polícia Militar recuperou uma motocicleta furtada.

A operação se deu, quando o Destacamento de Polícia Militar recebeu informações de que uma motocicleta furtada no município de Jequitibá estava de posse de um indivíduo no distrito de Lagoa Bonita, conhecido pela prática reiterada de furtos. 

Ao ser realizada a abordagem do indivíduo, este confessou estar de posse da motocicleta e que havia escondido em um matagal distante. No local foi encontrada a motocicleta com a pintura já alterada. 

O autor foi preso e apontou um comparsa, menor de idade, que também foi apreendido.

Por Cordis Notícias


Os resultados das eleições de outubro podem frustrar quem espera mudanças na política nacional. Partidos hegemônicos e políticos tradicionais tendem a se beneficiar de um sistema eleitoral que é pouco permeável à renovação, diz o economista e doutor em direito Bruno Carazza.
Autor do livro Dinheiro, Eleições e Poder, Carazza destaca que as campanhas são caras e que, como já ocorreu em outros pleitos, o financiamento contará com dinheiro ilegal de empresas – em esquemas já vistos nas investigações da Operação Lava Jato. Até mesmo o dinheiro lícito, disponível no fundo de assistência financeira aos partidos políticos e no fundo de financiamento eleitoral, será usado pelos dirigentes partidários para se reelegerem.
No livro, editado pela Companhia das Letras, o economista cruza dados sobre as doações eleitorais, obtidos em delações premiadas, com projetos, votações e atuação de parlamentares – muitos dos quais vão tentar a reeleição em outubro.


Leia, a seguir, os principais trechos da entrevista de Bruno Carazza à Agência Brasil:

Agência Brasil: Vamos começar com uma pergunta que o senhor faz em seu livro. “Como criminosos conseguem se reeleger, mandato após mandato, mesmo sendo bombardeados com denúncias de corrupção?”
Bruno Carazza: Temos um sistema eleitoral que favorece pessoas bem conectadas com quem tem dinheiro. Qualquer candidato que pretenda ser eleito precisa fazer uma campanha personalista e cara. Tornar-se conhecido em regiões muito grandes, como são os estados, custa muito dinheiro. Isso acaba fazendo com que os candidatos se aproximem de quem tem dinheiro. Assim, começa na origem um vício de dependência entre o candidato e o doador, seja ele pessoa jurídica (uma empresa), como era na regra antiga, seja ele pessoa física, como é hoje. Outro fator é que temos nas legendas castas avessas à alternância de poder, grupos que chamamos “de caciques partidários”, que concentram poder e dinheiro, e dão as cartas na política partidária e na política parlamentar, depois de eleitos. Além disso, o foro privilegiado é um mecanismo que atrai alguns tipos de políticos. As garantias e regalias que detêm acabam fazendo com que esses personagens se perpetuem na política brasileira.
Agência Brasil: E as alianças políticas e partidárias?
Carazza: [As alianças] ocorrem muito menos por ideologia e muito mais por razão pragmática. Os partidos têm pouca identidade programática. Isso no Brasil é muito difuso. Os partidos procuram não se comprometer com nada para não se indispor com o eleitorado. As propostas acabam sendo bastante fluidas. Há exceções à direita e à esquerda, mais isso é regra em nosso sistema partidário.
Agência Brasil: As mudanças implementadas com o financiamento dos partidos e da campanha eleitoral eram ideias antigas e foram capturadas pelos “caciques políticos”, como disse. Seu estudo é sobre um sistema que sabe se preservar e se perpetuar?
Carazza: Os grandes doadores costumavam procurar os partidos mais de centro e mais de direita, e os partidos à esquerda recebiam poucos recursos. O financiamento público era desejado para equilibrar esse jogo. Quando veio o petrolão [como ficou conhecido um esquema de corrupção e desvio de fundos na Petrobras], a reação foi proibir a doação feita por empresas. O sistema do financiamento privado foi, então, desarticulado. Num instinto de sobrevivência, os partidos se uniram e começaram a abraçar a ideia. Isso foi perfeito para as estratégias dos caciques partidários, muito deles inclusive envolvidos na Lava Jato [operação em que a Polícia Federal investiga esquema de lavagem de dinheiro que movimentou bilhões de reais em propina]. Assim tornou-se um grande instrumento para estratégias de tentar a reeleição, perpetuar-se no poder e também protelar condenações.
Agência Brasil: A disponibilidade de fundos públicos impede que haja dinheiro empresarial na campanha? Essa verba não declarada não pode financiar as eleições via caixa dois?
Carazza: Não tivemos, após a Lava Jato, a despeito de todas delações de esquemas gigantescos, envolvendo todos os partidos, nenhuma mudança na legislação para coibir o caixa 2, no sentido de aumentar penas e facilitar a investigação de crimes de corrupção, de propina e de financiamento ilícito na eleição. Proibiu-se a doação de empresas, mas sem a contrapartida de coibir a doação ilícita. Também não se avançou para tornar as eleições mais baratas. A lógica do sistema não mudou. O sistema eleitoral continua demandando muito dinheiro. Esse dinheiro virá de algum lugar. Além disso, temos um terceiro elemento: não foi desarmada nenhuma engrenagem desse sistema que faz com que o Estado seja uma mina de oportunidades para o setor privado. Então, temos, de um lado, políticos que vão continuar dependendo de dinheiro para se eleger e, de outro lado, uma série de empresas que têm muito interesse no que o Estado oferece, e têm todo interesse em suprir a demanda dos políticos. Isso não vai ser feito pelas vias oficiais. Um dos efeitos é que o que antes era feito às claras, e a imprensa podia investigar, vai para o subterrâneo de novo, como era na época do PC Farias [Paulo César Farias, tesoureiro de campanha do então presidente Fernando Collor, acusado de envolvimento no esquema de corrupção que levou ao impeachment]. Não tem nenhuma garantia de que as empresas não vão doar como caixa 2, até porque não temos mecanismos para punir isso de forma mais efetiva.
Agência Brasil: Você citou o foro privilegiado como um dos mecanismos que atraem políticos com problemas na Justiça. Mas, quando saem do foro, não há o risco de os processos regredirem várias casas e de os políticos não irem a julgamento?
Carazza: Precisamos de um processo judicial que seja mais célere, mais equilibrado, para que esses políticos sejam punidos de modo efetivo e de forma rápida. Só acabar com o foro privilegiado não resolve o problema. Temos que pensar no sistema para limitar a possibilidade de recursos protelatórios para que tenha decisões mais efetivas e mais rápidas.
Agência Brasil: Nesse sentido, a Operação Lava Jato é uma referência, ou um caso muito isolado para virar paradigma?
Carazza: Ela tem papel histórico e teve efeito positivo ao usar instrumentos modernos de persecução, como as delações premiadas. Obviamente, tivemos exagero na aplicação de um ou outro instituto. A Lava Jato teve o efeito de ter mobilizado órgãos de controle, o Ministério Público e a Polícia Federal.
Agência Brasil: Outubro pode ser frustrante para quem se entusiasmou com a Lava Jato e espera uma grande renovação da política? Que ambiente o próximo presidente deve encontrar para governar?
Carazza: Cada vez mais, estamos aprofundando esse modelo. Em vez de alterá-lo para ser mais positivo, para tornar a política mais inclusiva e mais aberta. Estamos observando a classe política colocando em marcha uma estratégia muito definida e muito articulada de perpetuação no poder como instinto de sobrevivência. Ao que tudo indica, não teremos grandes renovações. E teremos novo presidente eleito tendo que jogar o jogo como ele sempre foi jogado. Não vejo chances de alterar esse nosso presidencialismo de coalizão, que acabou se tornando presidencialismo de cooptação.
Por Agência Brasil
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