Um acidente na LMG-754, na madrugada deste domingo, 27, deixou quatro pessoas feridas e uma vaca morta.

Dois casais de namorados seguiam pela rodovia, sentido Cordisburgo, quando ao chegarem próximo ao local conhecido como antiga siderúrgica, o condutor do veículo Toyota Corolla, morador da cidade de Paraopeba, perdeu o controle do veículo em uma curva e saiu da estrada, caindo em um barranco e capotando até parar em um matagal em um terreno particular às margens da rodovia.

Os passageiros sofreram diversos ferimentos, sendo socorridos ao Hospital Imaculada Conceição, em Curvelo, contudo, segundo informações da concessionária que administra a via, não correm risco de morte.

O mais inusitado é que durante o capotamento o veículo atingiu uma vaca da raça Nelore e parou em cima do animal que morreu no local.


Com informações de Polícia Militar

O Córrego do Onça é um importante cartão postal de Cordisburgo, com diversos pontos atrativos que reúnem um grande número de pessoas aos finais de semana, que buscam lazer, diversão e descanso em suas águas cristalinas.

Infelizmente, com o aumento do número de pessoas frequentando estes pontos, está cada vez mais comum a presença de enorme quantidade de lixo, que vem se acumulando por ser descartado de forma inadequada.

Nesta sexta-feira, 25 de Setembro, foi realizada uma ação que recolheu todo o lixo presente às margens do curso d’água e nos caminhos que levam até ele. 

A Secretaria de Turismo, Ecologia, Meio Ambiente e Agricultura de Cordisburgo gostaria de chamar a atenção para a importância da preservação do meio ambiente em nosso município, com um enfoque especial ao Córrego do Onça. É preciso ter consciência que é indispensável a preservação dos pontos naturais para as futuras gerações. Os frequentadores devem ajudar a manter os locais limpos e preservados. 

Sempre leve consigo um saco plástico, para recolher de forma adequada e dar destinação final correta ao lixo que se gera, não realize o descarte de forma inadequada.  A NATUREZA AGRADECE!









Estudantes que têm contratos do Financiamento Estudantil (Fies) por meio do Banco do Brasil (BB) ou da Caixa Econômica Federal poderão requerer a suspensão do pagamento enquanto durar a vigência do estado de calamidade pública decretado por causa da pandemia da covid-19. A medida vale para clientes em situação de inadimplência com seus contratos, antes do dia 20 de março, data em que foi aprovado o estado de calamidade pública no país, pelo Congresso Nacional. Os estudantes que estão em situação de inadimplência também poderão suspender as parcelas, desde que as amortizações devidas até 20 de março sejam de no máximo 180 dias. As parcelas em atraso antes da pandemia não serão suspensas.

As novas condições foram atualizadas pela Resolução nº 39, de 27 de julho, expedida pelo Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), órgão do Ministério da Educação (MEC) que concede financiamento a estudantes para a educação em cursos superiores de instituições de ensino particulares. A resolução anterior já permitia a suspensão do financiamento, mas limitado a quatro parcelas e autorizado para os alunos que estivessem em dia com os pagamentos. Segundo o FNDE, pouco mais de 151 mil estudantes do Fies aderiram ao programa de suspensão do pagamento das parcelas. Com as novas regras, cerca de 1,5 milhão de alunos do Fies, do total de 2,8 milhões que estão no programa, são elegíveis para a suspensão temporária do pagamento. 

As prestações que forem pausadas serão incorporadas ao saldo devedor do financiamento, nos termos e condições contratados, incidindo juros contratuais sobre as parcelas suspensas e não juros de mora, ou multa por atraso. Os pagamentos das parcelas de amortização e das demais obrigações financeiras com o Fies devem ser retomados a partir do mês seguinte ao término da suspensão. De acordo com o FNDE, a suspensão vale para os pagamentos de contratos em fase de utilização, carência ou amortização.


Banco do Brasil

A adesão ao programa de suspensão do pagamento do Fies já está disponível no Banco do Brasil, e pode ser feito diretamente nas agências bancárias e via aplicativo do banco na internet, mas neste segundo caso, apenas a partir da primeira quinzena de outubro. Segundo o BB, a manifestação é feita de forma simples, sendo necessária apenas a concordância do estudante acerca das alterações contratuais, no momento da solicitação da suspensão. Após a formalização da proposta, a suspensão não poderá ser cancelada.

Para quem optar por procurar o atendimento presencial, o BB informa também que, durante a pandemia, as agências atendem em contingenciamento e triagem para o acesso às salas de autoatendimento, com a autorização de acesso limitada à capacidade do espaço disponível em cada unidade.


Caixa Econômica Federal

Para o estudante que possui contrato do Fies com a Caixa Econômica Federal, a nova regra de suspensão dos pagamentos ainda não está disponível, mas o banco esclarece que ela será feita de forma retroativa, sem prejuízo ao beneficiário. O banco divulgará quando o serviço estiver disponível, o que deve ocorrer em algumas semanas.  


Por Agência Brasil

O governador de São Paulo, João Doria, disse hoje (23), em entrevista coletiva, que a CoronaVac, vacina que está sendo desenvolvida pela farmacêutica chinesa Sinovac em parceria com o Instituto Butantan, vem demonstrando segurança na fase de testes em humanos. Isso significa que a vacina não provoca efeitos colaterais graves. 

A CoronaVac está na Fase 3 de testes em humanos, que vai avaliar agora a eficácia, ou seja, se ela produz anticorpos em quantidade suficiente contra o vírus.

Estudo feito na China com 50.027 voluntários chineses, entre eles, funcionários da própria Sinovac, demonstrou que 5,36% das pessoas vacinadas apresentaram efeitos colaterais, todos sem gravidade: dor no local da aplicação (caso constatado em 3,08% dos voluntários), fadiga (1,53%) e febre leve (0,21%). Efeitos um pouco mais graves foram observados em 0,03% dos voluntários, tais como perda de apetite, dor de cabeça, fadiga e febre.

“Estudos clínicos comprovam a segurança da CoronaVac. Cerca de 94,7% dos mais de 50 mil voluntários testados na China não apresentaram nenhum sintoma adverso em relação à CoronaVac. Os resultados na China mostraram baixo índice, de apenas 5,3%, de efeitos adversos e de baixa gravidade. A maioria destes casos apresentou apenas dor no local da aplicação da vacina. Efeitos adversos de baixa gravidade são comuns em vacinas”, falou Doria.

Entre os que foram vacinados com a CoronaVac está o representante da Sinovac, Xing Han, que está atualmente em São Paulo. Em entrevista hoje (23) ao lado do governador João Doria, Han disse ter tomado as duas doses da vacina, sem ter sentido qualquer efeito colateral. “Os testes da fase 3 [em humanos] estão indo muito bem. Estamos confiantes na CoronaVac tanto em sua segurança quanto em sua eficiência. Ela será bem testada e, daqui a um ou dois meses, já deve sair o resultado da Fase 3”, disse Han.

“A segurança e eficácia são dois dos principais fatores para comprovar se uma vacina está pronta para uso emergencial na população. Estamos muito otimistas com os resultados que a CoronaVac apresentou até o momento. Isso mostra que o Butantan e a Sinovac estão no caminho certo para a produção de um imunizante contra o coronavírus”, disse Dimas Covas, diretor do Instituto Butantan.

A vacina CoronaVac está sendo testada no Brasil desde julho, na Fase 3, que estuda a eficácia do imunizante. A vacina está sendo aplicada em duas doses. Segundo Doria, mais de 5,6 mil voluntários de seis estados brasileiros, de um total de 9 mil, já receberam a primeira dose da vacina; alguns deles já receberam até mesmo a segunda dose. Todos esses voluntários são profissionais de saúde.  Nenhum deles, segundo o governo paulista, apresentou reações graves à vacina.

Esse número de voluntários no Brasil vai crescer, segundo Dimas Covas. Após aprovação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), o Instituto Butantan se prepara para ampliar a quantidade de voluntários da vacina no país, que passará a ser de 13 mil pessoas.

Caso os testes comprovem a eficácia da vacina, ela precisará de uma aprovação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) antes de ser disponibilizada para vacinação no Brasil.

Eficácia

Os resultados sobre a eficácia da vacina, no Brasil, devem começar a aparecer a partir da segunda quinzena de outubro, segundo Dimas Covas. Se esse cronograma se mantiver, a vacina se mostrar eficaz e houver a aprovação da Anvisa, a expectativa é que ele esteja liberada para uso a partir de dezembro.

Na China já foram iniciados testes da vacina em crianças e idosos. Entre as pessoas com mais de 60 anos, a vacina foi aplicada em 422 voluntários e os resultados apontaram 97% de eficácia. Os estudos em crianças têm 552 voluntários de 3 a 17 anos.

A partir de hoje, a vacina passará a ser testada, em sua Fase 3, também em voluntários da Turquia.


Doses

Em outubro, o governo de São Paulo vai receber 5 milhões de doses da vacina já fabricadas pela Sinovac. Até dezembro, o estado receberá 46 milhões de doses, sendo 6 milhões delas prontas para aplicação e 40 milhões que necessitarão ser formuladas e envasadas pelo Instituto Butantan. Por contrato, outras 55 milhões de doses devem ser disponibilizadas pela farmacêutica chinesa ao governo paulista até maio de 2021, sendo que 15 milhões delas serão entregues até fevereiro.

O acordo da Sinovac com o Instituto Butantan prevê a transferência de tecnologia, ou seja, o instituto vai passar também a produzir doses dessa vacina no Brasil. Para isso, o Butantan vai dar início, em outubro, a obras para ampliação de sua fábrica, que terá capacidade de produzir 100 milhões de doses por ano da CoronaVac.

O governo paulista espera que o Ministério da Saúde adquira  outras doses dessa vacina para distribuição no restante do país. Para isso, o governo de São Paulo requisitou R$ 1,9 bilhão ao Ministério da Saúde para a compra de doses e também ajuda para a ampliação da fábrica do Butantan, o que aumentaria a quantidade de doses da vacina produzida pelo instituto. Hoje, em reunião no Ministério da Saúde, o secretário da Saúde de São Paulo, Jean Gorichteyn, conseguiu obter uma liberação inicial no valor de R$ 80 milhões, o que, segundo Doria, será utilizado integralmente na ampliação da fábrica do Butantan.


Por Agência Brasil

A Polícia Militar de Araçaí realizou o cumprimento de mandado de busca e apreensão no Sitio Serra Verde, zona rural daquele município. 

Ao chegarem ao local, visualizaram a porteira aberta, e ao fazerem contato na residência do procurado, sua amásia, relatou que o sr. estava no pasto de outra fazenda. Então, uma guarnição deslocou até o citado pasto e após intenso rastreamento, o procurado foi localizado, acompanhando os militares até sua residência e após buscas, foi encontrado uma arma de fogo tipo carabina municiada em cima do guarda roupas. 

Diante do fato, foi dada voz de prisão em flagrante delito, sendo conduzimos até o DP, em Paraopeba, juntamente com a arma apreendida e munições, onde foi autuado em flagrante delito.


Com informações de Polícia Militar

Com o intuito de acompanhar casos de sucesso no seguimento Turístico e que se tornaram importantes meios de desenvolvimento econômico regional, a Travessia Eco Rotas (Glauco e Guilherme) e Valdair Vieira, no mês de julho percorreram de Diamantina a Curvelo, 227,00 KM de bicicleta, sendo destes 172 km  pela Trilha Verde da Maria Fumaça, um antigo ramal ferroviário, hoje desativado que ligava a cidade Monjolos à Diamantina. Com o desmonte deste ramal ferroviário o percurso se tornou um importante atrativo para adeptos do mountainbike e dos praticantes de trekking. O Caminho é repleto de cachoeiras e muitas paisagens dignas de inúmeras paradas para fotos e contemplação da natureza. 

O intuito da viagem foi conhecer e também fazer um estudo do que se pode ser trabalhado na região de Cordisburgo, uma vez que esta é repleta de possibilidades neste mesmo seguimento que podem ser exploradas turisticamente. 

A viagem teve início na cidade de Diamantina, com os seguintes trechos.

Trecho 1: Diamantina a Bandeirinha 
Trecho 2: Bandeirinha a Barão de Guaicuí 
Trecho 3: Barão de Guaicuí a Mendes 
Trecho 4: Mendes a Conselheiro Mata 
Trecho 5: Conselheiro Mata a Rodeador 
Trecho 6: Rodeador a Monjolos 
Trecho 7: Monjolos a Nossa Senhora da Gloria
Trecho 8: Nossa Senhora da Glória a Curvelo

Toda viagem foi feita de forma única e exclusiva de bike, onde foram levados todos itens necessários como kit de reparo, roupas e alimentação. A cada povoado eram feitas pausas para descanso, lanche e almoço. 

O primeiro dia tinha como objetivo chegar até Conselheiro Mata ou seja, com muita areia, trechos técnicos e cachoeiras. Em Conselheiro Mata ficaram hospedados por lá duas noites, com o intuito de conhecer os outros atrativos no dia seguinte, Cachoeira das Borboletas, Das Fadas, e a famosa Cachoeira do Telesforo distante 20 km do Distrito de Diamantina, Conselheiro Mata. Fato curioso foi o encontro de um cordisburguense em uma carvoeira no percurso até a Cachoeira do Telesforo, onde renderam boas conversas do tempo em que ele residia na cidade. 

No terceiro os ciclistas foram de Conselheiro Mata com destino final a cidade de Monjolos percorrendo, onde oficialmente se encerra a Trilha verde da Maria Fumaça. Esse trecho seria o mais bonito e também o que ofereceu um certo risco, por ter alguns trechos com trilhas bem estreitas e logo ao lado profundos vales. Pelo fato da pandemia e ausência de ciclo aventureiros em alguns trechos também entre Conselheiro Mata e Rodeador foram difíceis de transpor, pelo fato da vegetação com muitos espinhos ter fechado alguns trechos, dificultando a passagem. 

De Rodeador a Monjolos foi o trecho mais tranquilo, caminho com trechos de decidas e bem conservado até Monjolos, onde dali iríamos percorrer mais aproximados 35 km até o povoado de Nossa Senhora da Glória, já no município de Curvelo, onde passaram a última noite.

No povoado de Nossa Senhora da Glória, os viajantes foram agraciados com um lindo pôr do sol e no fim da estrada um imponente casarão do ano de 1726 bem conservado e repleto de estórias onde iriam passar a última noite da cicloviagem. 

Enfim, o 4º e último, o percurso foi de Nossa Senhora da Glória até Curvelo, atravessando o Rio das Velhas e percorrendo mais um trecho com aproximados 38 Km, muita poeira, inúmeros subidas e muito calor, finalmente chegando a Curvelo, encerrando a aventura na Igreja de São Geraldo.































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