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Nesta quinta-feira (25), o governo de Minas Gerais, o Ministério Público e a Associação Mineira de Municípios (AMM) firmaram, em Belo Horizonte, um termo de cooperação técnica e operacional contra o mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue, da febre chikungunya e zika. Porém, dos 853 prefeitos convidados para a solenidade, apenas 180 compareceram.

Cordisburgo esteve representada no evento através do Prefeito Joaquim Ildeu Santana e do Secretário Municipal de Saúde, Gilmar Ângelo de Carvalho.

Segundo o termo de cooperação, o Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) vai intensificar a fiscalização da aplicação destes recursos financeiros.

“Os municípios têm recebido verbas, pra esse fim, pra esta finalidade específica. Então, às vezes, na inércia de determinado município, o Ministério Público pode procurar saber do prefeito, questioná-lo sobre a não ação e com isso obter uma evolução no serviço na ação efetiva no combate à endemia”, disse o procurador-geral do estado, Carlos André Mariani Bittencourt. O MP também deve receber informações a respeito de imóveis fechados, abandonados ou aqueles em que haja resistência dos seus proprietários e propor ações para garantir acesso dos agentes de saúde a eles.

De acordo com a Secretaria de Estado de Saúde (SES), R$ 44 milhões já foram encaminhados para os municípios para o combate ao mosquito. Outros R$ 22 milhões serão enviados até março. Já o governo federal  liberou R$ 16 milhões para Minas Gerais.

O governo informou que tem orientado os municípios a ampliar os horários de atendimento nas unidades básicas de saúde.

Até o dia 16 de fevereiro, Minas Gerais registrou 62.271 casos prováveis de dengue em 2016, segundo a SES. Nesta terça-feira (23), um balanço da secretaria informava que 303 casos de zika, notificados em 2016, seguiam sob investigação. Catorze casos da doença foram confirmados em gestantes. 

Até esta segunda-feira (22), 195 casos foram notificados no protocolo de monitoramento da microcefalia.

A SES ainda investiga se 26 casos de microcefalia tem relação com a zika.
Em relação à febre chikungunya, 128 casos estão sendo investigados no estado.

Fonte: G1/Agência Minas. Editado.

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