O governador Romeu Zema (NOVO) determinou que todas as 853 cidades mineiras sejam classificadas na onda roxa, a mais restritiva do programa Minas Consciente, a partir desta quarta-feira (17).

Nesta fase, a população só pode sair de casa para realizar tarefas essenciais (veja a lista abaixo) e há toque de recolher diário, das 20 horas às 5 horas.

A informação foi confirmada pelo próprio governador, após reunião com prefeitos, na noite desta segunda-feira (15). Zema alegou que foi necessário tomar a decisão diante um avanço simultâneo da pandemia em todas as regiões do Estado.

É uma medida dura, mas extremamente necessária no momento para evitar um cenário pior do que este que já estamos vivendo.

Segundo o governador, as restrições devem valer por ao menos 15 dias. O chefe de Estado convocou a PM (Polícia Militar) para endurecer a fiscalização nas ruas e evitar aglomerações.

Fábio Baccheretti, secretário de Saúde recém-empossado, também participou do encontro e destacou que sua equipe vai trabalhar para abrir mais vagas de internação nos hospitais.

Segundo o governo de Minas, diferentemente do que ocorre com as outras três fases do Minas Consciente, a adesão à onda roxa é obrigatória.


Veja as proibições da onda roxa:

     • Proibição de circulação de pessoas e veículos para atividades não essenciais;

    • Toque de recolher entre 20h e 5h;

    • Proibição de circulação de pessoas sem máscara, em qualquer espaço público ou de uso coletivo;

    • Proibição de circulação de pessoas com sintomas de gripe, exceto para atendimentos médicos;

    • Proibição de realização de reuniões presenciais, inclusive de pessoas da mesma família que não moram na mesma casa;

    • Proibição de qualquer tipo de evento, público ou privado, que possa causar aglomeração;

    • Criação de barreiras sanitárias de vigilância.


O que pode abrir na onda roxa:

    • Setor de alimentos (excluídos bares e restaurantes que só podem funcionar via delivery);

    • Serviços de saúde (atendimento, indústrias, veterinárias, etc.);

    • Bancos;

    • Transporte público (deslocamento para atividades essenciais)

    • Energia, gás, petróleo, combustíveis e derivados;

    • Manutenção de equipamentos e veículos;

    • Construção civil;

    • Indústrias (apenas da cadeia de atividades essenciais);

    • Lavanderias;

    • Serviços de TI, dados, imprensa e comunicação;

    • Serviços de interesse público (água, esgoto, funerário, correios, etc).


Com informações de Governo de Minas e R7




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