Uma ocorrência policial que a princípio seria mais um caso de violência doméstica contra mulher, resultou em um caso escabroso de incesto que teve início há 14 anos no estado do Ceará e terminou na madrugada de hoje, 26/04/2019, em uma fazenda nas proximidades de Cordisburgo, graças ao comprometimento da equipe de plantão da PMMG, Cb Diniz e Cb Josué.

Na solicitação a vítima A.D.M.R. de 22 anos, alegava que tinha sido agredida por seu genitor, A.R.O. de 45 anos e estaria escondida no curral para não ser agredida novamente.

Os militares chegaram à fazenda por volta das 03:00 hs da madrugada e localizaram a vítima no curral, chorando muito e com escoriações visíveis no rosto, alegando ter sido agredida com socos no rosto por ela não ter ido se deitar.

Devido ao choro incessante, os militares passaram a questioná-la quanto a frequência das agressões e a vítima teria dito que era sempre que ela queria sair para namorar ou dormir fora de casa e que ela já não aguentava mais, e que ele iria perdoá-la mas ela contaria o que ele faz com ela desde os oito anos de idade.

A partir de então a vítima passou a relatar que desde que tinha oito anos seu pai passou a abusar sexualmente e a ameaçá-la de agressão para que não contasse a sua genitora. Contudo, quando a vítima tinha treze anos sua mãe teria flagrado os dois praticando ato sexual e desde então teve ciência do que já acontecia há anos.

Quando a vítima engravidou aos 15 anos de idade, o autor a ameaçou de morte por pensar que a criança seria de outra pessoa, contudo, a vítima diz ter plena certeza de que o autor é o pai da criança.

Após a vítima ter convivido maritalmente com um homem durante cinco anos, voltou a residir com seu genitor e então passou a ser estuprada pelo pai, agora com muita mais sequência, violência e ameaças de morte.

A vítima sofre de transtornos psicóticos, causados pelos abusos sofridos, que  lhe impediram de ter uma infância, destruíram sua juventude e lhe roubaram a dignidade de um futuro.

O autor foi preso quando tentava evadir sentido ao pasto da fazenda e não quis se defender das acusações, sendo ratificado o flagrante pelo delegado Dr. Arlen Peterson e recolhido à cadeia pública de Sete Lagoas.

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