Neste sábado, 30, aconteceu o I RapoGalo Infanto-Juvenil organizado pelo treinador Luiz Ribeiro.

A partida aconteceu no Vista Alegre Country Clube, reunindo jovens atletas de idade entre 8 e 13 anos.

A nova geração do esporte de Cordisburgo realizou um grande jogo, terminando com o placar de 7 a 4 favorável a equipe cruzeirense.

O evento foi promovido pelo Grêmio F.C. de Cordisburgo. Para a equipe o mais importante é a união do grupo para o fechamento do ano.

Parabéns a todos atletas e ao organizado Luiz.


O piloto de Aviação Privada Executiva - Rodrigo Neiva Resende, 45, natural de Belo Horizonte, que voa para a empresa Fazenda dos Borges, de Pedro Leopoldo-MG e que tem a sua base operacional no Aeroporto da Pampulha - Hangar Chamone Aviação, efetuou nesta 5ª e 6ª feiras, um voo internacional, que foi coroado de pleno êxito.

O Cmte Neiva, foi até a fábrica da Beech Aircraft Corp, em Wichita, no Kansas, para "buscar" uma aeronave executiva 2017/2018, (0 KM), modelo Beech King Air C90, com prefixo PR-GVJ, que fora adquirida, para servir a empresa pela qual voa, há algum tempo. Este avião, se torna o mais novo, a operar na Pampulha.



O voo, bastante longo, com aproximadamente 8.250 Km, foi realizado em 19:00 horas e com 3 escalas para reabastecimento - Fort Lauderdale/Flórida, Ilha Saint Martin/Caribe e Boa Vista - Roraima, para finalmente, após a última escala, decolar para pousar no Aeroporto da Pampulha, às 15:00 horas, desta 6ª feira.

Nesta viagem internacional, o Cmte Neiva, aproveitou a oportunidade, para visitar todo o complexo aeronáutico da Beechcraft e conhecer totalmente o fabricante do avião que fora buscar e trazer para Belo horizonte.

O piloto Rodrigo Neiva - um quase cordisburguense, é casado com Danielle Santos Mingote, filha de Cordisburgo e de família tradicional em nossa cidade. O casal tem uma filhinha de 5 anos - Ana Clara Mingote Neiva.

O aviador compromissado, ciente de sua capacidade e habilitado profissionalmente, sonha alto, voa em céu de brigadeiro e rumo ao norte verdadeiro!

Parabéns Comandante Neiva!

Reportagem Adriano Bossi





Na manhã desta sexta-feira, a Casa Lotérica "Caminho das Pedras", localizada na Av. Padre João, Centro de Cordisburgo, sofreu uma tentativa de assalto.

Dois indivíduos, um deles armado, invadiram o estabelecimento por volta das 10h e anunciaram o assalto.

A Casa Lotérica possui vidros blindados e isolamento com a parte externa, o que impossibilitou a ação dos bandidos que fugiram logo em seguida em um veículo que já aguardava do lado de fora. Ninguém ficou ferido.

A Polícia Militar foi acionada e tentava efetuar o rastreamento e captura dos indivíduos. Até o fechamento desta reportagem ninguém havia sido preso.

Por Cordis Notícias


O movimento Art Decó, que de 1925 a 1939 abrangeu todos os domínios da criação humana em nível internacional - principalmente na arquitetura, foi meramente decorativo, mas, de estilo elegante e ultra moderno.

Nas construções, a composição das fachadas incorpora muitas formas geométricas, normalmente com base simples, como o concreto.

Em Cordisburgo, várias construções da época - comerciais e residenciais, nos remetem a esta arquitetura, cujas características principais são as linhas geométricas, aliadas a aerodinâmica.

Construtores, mestres-de-obras e pedreiros, que por aqui trabalharam e deram sua valiosa contribuição na implantação deste antigo-moderno estilo de arquitetura, não podiam imaginar, o belo legado, que estavam dotando a cidade - "Velhas construções com requintado modernismo e que o tempo não permitirá envelhecer".

Reportagem Adriano Bossi 
Fotos Lucas Gustavo e Brasinha














Para quem quiser visitar ou aproveitar as atrações dos 92 parques estaduais de Minas Gerais, incluindo as grutas Rei do Mato (Sete Lagoas), Maquiné (Cordisburgo) e Lapinha (Lagoa Santa), integrantes do Circuito das Grutas, deve ficar de olho nas novas regras estipuladas pelo Instituto Estadual de Florestas (IEF). As unidades de conservação ganharam atualizações em suas normas para uso público e a prática de observação de vida silvestre. As diretrizes foram implementadas com a publicação, pelo IEF, das portarias nº 119 e 120 no Diário Oficial do Estado.

A medida também atualiza os valores de entrada cobrados nas 11 unidades de conservação que permitem a visitação pública. A nova tabela passa a valer em 1º de janeiro de 2018. "O valor da entrada mudou de R$ 15,00 para R$ 25,00 a locação diária do auditório passou de R$ 500,00 para R$ 600,00. O horário de atendimento é o mesmo, calçado fechado e a idade mínima de 6 anos permanecem como regras na gruta", comenta Honorina Rocha, gestora da Gruta Rei do Mato, na BR-040, entrada de Sete Lagoas. Os novos valores também passam a valer nas demais grutas que compõem o Circuito das Grutas, caso da Maquiné, em Cordisburgo, e da Lapinha, em Lagoa Santa. 

"Quanto à visitação, havia algum tempo que reajustes de valores de manutenção e reestruturações administrativas não eram realizados. Foi, portanto, uma readequação à situação financeira dos parques", diz Henri Dubois Collet, diretor de Áreas Protegidas do Instituto Estadual de Florestas de Minas Gerais. Já a atividade de observação de vida silvestre vai contar com apoio da administração dos parques ao visitante. As informações sobre a unidade de conservação, recomendações sobre as trilhas e as regras de conduta e segurança serão repassadas a esses visitantes. 

É recomendado o cadastramento dos observadores de vida silvestre na unidade de conservação que será visitada. "A observação de pássaros era necessário regulamentar porque havia gerências enfrentando dificuldades no controle dos visitantes e pesquisadores. Agora, temos uma padronização e cadastramento destes observadores, fotógrafos e pesquisadores", explica Henri Dubois Collet, diretor de Áreas Protegidas do Instituto Estadual de Florestas de Minas Gerais. A portaria nº 119 também dispõe sobre o acesso de observadores da vida silvestre na unidade de conservação em horários distintos do funcionamento normal do parque e locais não abertos à visitação.

Ascom Circuito das Grutas


Na tarde desta terça-feira, 26/12, equipe da Polícia Civil de Paraopeba, em conjunto com equipes da Polícia Militar, abordou passageiros de um ônibus de turismo, fretado, no restaurante Oasis, às margens da BR-040, em Caetanópolis.

Os passageiros partiram de São Paulo/SP, com destino a Itubera/BA, onde passariam a virada de ano.

Durante buscas, foram localizadas diversas drogas, como maconha, haxixe, ecstasy, e MD, alucinógeno de efeito semelhante ao LSD.

16 jovens, entre homens e mulheres, com idades entre 18 e 30 anos, foram identificados como sendo proprietários das drogas e todos foram presos e encaminhado à Delegacia de Polícia Civil.

Com Ascom Polícia Civil



Responsável por movimentar bilhões no mundo, a produção de games começa a se estruturar e cresce a passo seguro no Brasil. Dados do Global Games Market Report 2017, da Newzoo, empresa que realiza pesquisas sobre a indústria de games, mostram que o Brasil ocupa o 13° lugar no ranking de países que mais geraram receita no setor, com estimativa de US$ 1,3 bilhão para este ano. No mundo, é esperado que o mercado movimente US$ 108,9 bilhões em 2017.

De olho no potencial desse filão, a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex Brasil) firmou parceria com a Associação Brasileira das Empresas Desenvolvedoras de Games (Abragames). As duas entidades criaram o projeto Brazilian Game Developers, com o objetivo de desenvolver e promover a indústria local de games no exterior.

“Em 2013 a Apex começou a parceria com esse setor. Aconteceu um mapeamento estratégico dos pólos criadores de games no país. Foi quando a gente começou a entender quem eram as empresas, onde elas estavam”, relata Mariana Gomes, gestora de Projetos da Apex Brasil.

Segundo dados da agência de fomento, em 2015 os estúdios brasileiros desenvolvedores de games que recebem assistência do projeto fecharam US$ 11 milhões em negócios internacionais. Em 2016 esse número aumentou para US$ 17,4 milhões, um incremento de 58%. Os resultados de 2017 ainda estão sendo consolidados e só serão divulgados em março de 2018.

Editais

Mariana Gomes afirma que a expectativa é que a cifra deste ano supere os resultados do anterior. Ela vê 2017 como “o ano dos games brasileiros”. “Muito do que aconteceu de 2013 até aqui foi produção e desenvolvimento de jogos. A gente está entrando agora na fase de lançamento deles”, explica. Mariana informa que, também neste ano, a Agência Nacional do Cinema (Ancine) lançou dois editais totalizando R$ 20 milhões em recursos para empresas criadoras de games.

A Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), empresa pública destinada a estimular a ciência, também lançou um edital no valor de R$ 15 milhões. Segundo Mariana Gomes, são os primeiros editais específicos para estúdios desenvolvedores de games.

“O primeiro edital [da Ancine] totalizou R$ 10 milhões apoiou 25 jogos em três categorias diferentes: ao custo de R$ 250 mil, R$ 500 mil e R$ 1 milhão para serem desenvolvidos. Com o outro edital que está rodando, no mesmo valor, vêm mais 25 jogos nessas três categorias. O dinheiro da Ancine entrou pra desenvolvimento do jogo e o da Finep para a empresa se fortalecer”, destacou.

Tipos de games

O Brasil não tem estúdios com orçamento e estrutura para produzir os chamados games Triple A, categoria utilizada para se referir aos jogos com muito dinheiro envolvido na produção e que se tornam grandes sucessos. Segundo Mariana Gomes, os jogos brasileiros se enquadram na classificação indie games, com recursos mais modestos para o desenvolvimento.

Ainda assim, de acordo com ela, os games do Brasil têm tido um bom desempenho. “A gente tem alguns exemplos clássicos de cases de sucesso internacional. Um estúdio de Porto Alegre, o Aquiris Game Studio, lançou o Horizon Chase, um jogo de corrida de carros vintage [antigos]. Outro jogo deles, chamado Ballistic Overkill, é um jogo em primeira pessoa online”, cita.

Há também os jogos educacionais, como o Enem Game. Desenvolvido pela empresa capixaba Mito Games, o jogo funciona fornecendo recompensas aos jogadores que acertarem perguntas sobre o conteúdo do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). Marcelo Herzog, sócio-fundador e diretor administrativo da empresa, explica que o projeto foi apresentado pela primeira vez a uma incubadora de empresas visando o mercado nacional. O modelo, no entanto, já despertou o interesse de investidores no exterior.

“Demorou a dar rentabilidade. Começou com uma versão gratuita, que a gente monetizava através de publicidade. Então a gente desenvolveu a versão premium, que hoje a gente vende para as escolas. Todos os alunos do ensino médio têm a versão premium e a escola tem um painel administrativo de onde consegue extrair dados sobre o desempenho no jogo”, explica Herzog.

Segundo ele, o objetivo dos desenvolvedores é que o jogo educacional não fique restrito ao Enem. “Independentemente de existir ou não uma prova de acesso, o Enem Game é uma boa ferramenta de estudo. Agora para o ano que vem, durante o período de férias, a gente vai focar no desenvolvimento da versão para o ensino fundamental. Mais para o futuro, a gente pensa em inserir conteúdo para concursos”, informa.

Ganhar o mercado internacional também está nos planos da empresa. A Mito Games já participou de viagens para divulgação do produto em encontros de negócios. “Houve uma procura de um instituto na Alemanha e meu sócio já esteve um evento em Bruxelas em que o pessoal se interessou”, disse ele, ressaltando que a companhia também desenvolve jogos de tabuleiros. “A gente está se preparando para ficar internacional, nos jogos digitais e físicos”, destacou.

Negócios

Mariana Gomes, da Apex Brasil, explica que os modelos de negócio que desenvolvedores de games podem fechar no mercado internacional são variados. É possível firmar um contrato para disponibilizar o jogo em lojas de aplicativos para celular, por exemplo. Nesse caso, é possível cobrar pelo download ou lançar uma versão grátis mas com conteúdos periódicos pagos.

Outra alternativa, geralmente usada no caso de games para plataforma externa (videogames), é um contrato de distribuição com uma empresa internacional, que fará a publicidade do jogo no exterior. Por fim, alguns grandes estúdios subcontratam parte do desenvolvimento do game: uma empresa brasileira pode ser responsável pela música, por exemplo.

Por Agência Brasil
Texto de Mariana Branco, Edição de Amanda Cieglinski
Imagem: IG

Comprar presentes para as crianças nas Festas é um processo perigoso. Uma boneca ou um livro sonoro? Um caminhão dos bombeiros ou um robô de madeira que ensina crianças de 3 anos a codificar?

Essas são as decisões que os pais precisam tomar para conciliar seus gostos com a felicidade de seus filhos.

Também era assim há um século. Uma nota na Véspera de Natal de 1911 no "New York Times" observava:

"O mercado de brinquedos de Natal é um comentário esclarecedor sobre a vida moderna e as condições do momento refletem a postura da população adulta, mais do que expressam as ideias em ação nas mentes das crianças."

Tendo isso em mente, aqui está um olhar para alguns dos brinquedos mais queridos das últimas gerações e o que significaram para pais e filhos.


Barbie

SAM FALK/NYT
Bonecas Barbie em foto de 1968

A Barbie da Mattel foi um ícone e um para-raios assim que foi lançada. Em 1968, Ruth Handler, a criadora da boneca, avaliou o problema: "Oitenta por cento daqueles que a viram disseram, 'O público americano não vai comprá-la. Ele não vai querer uma boneca com corpo adolescente, com busto e corpo curvilíneo'".

Mas o vigor cultural da Barbie por meio século provou que as pessoas de fato comprariam a boneca, mas não sem controvérsias ao longo do caminho.

Em 1974, a irmãzinha da Barbie, Skipper, era retratada como chegando à puberdade. Com um movimento em seu braço, Skipper crescia dois centímetros, ficava mais esbelta e desenvolvia "um par modesto de seios", ultrajando os pais e a Organização Nacional das Mulheres.

Outras bonecas que provocaram objeções foram a Barbie porto-riquenha; Share-a-Smile Becky, que andava de cadeira de rodas; e a Barbie Dentista, criticada no "Times" por Maureen Dowd. Quando Christie, uma amiga afro-americana da Barbie, foi lançada em 1968, ela foi criticada por suas frases pré-gravadas enfadonhas.

Em 1993, um grupo de artistas guerrilheiras, autointituladas Organização para a Libertação da Barbie, chegou até mesmo a trocar as caixas de voz de G.I. Joes e Barbies e recolocá-los nas prateleiras das lojas.

A Mattel esperava que a boneca expandiria "a visão das meninas do que é possível" com sua "Barbie para Presidente 2000", completa com uma Declaração de Direitos das Meninas.

Entre seus críticos estavam Patricia Schroeder, uma ex-deputada pelo Colorado e ex-candidata à presidência, que escreveu em um artigo de opinião: "Retratos de ex-presidentes nos dizem que ser atraente definitivamente não é uma exigência do cargo. Então por que deveríamos nos sentir bem com uma mensagem que diz que uma mulher pode chegar à Casa Branca se parecer com a Barbie?"

Soldadinhos
DON HOGAN CHARLES/NYT
Bonecos soldados do G.I. Joe fotografados em 1982


O soldado de brinquedo está à mercê das mudanças no mundo adulto, crescendo em força e complexidade durante a militarização nacional, mas rejeitado quando a guerra se torna real demais ou impopular.

Perto do fim da Guerra do Vietnã, algumas lojas até mesmo se recusavam a ter em seus estoques brinquedos relacionados a guerra. Esse foi um problema particularmente delicado para a Hasbro, a fabricante do G.I. Joe (Falcon e Comandos Em Ação no Brasil), que foi cuidadosamente rotulado de "Combatente Móvel da América".

Em 1988, um editorial do "Times" alertou sobre os efeitos da saturação de G.I. Joe e He-Man nas mentes jovens. Mas com o passar do tempo, isso não pareceu importar muito para o G.I. Joe. Um representante da Hasbro disse ao "Times" que a empresa vê o brinquedo sendo mais vendido para adultos desde 1998.


O bambolê

EDDIE HAUSNER/NYT
Crianças brincam com bambolês em Nova York, em 1958


O bambolê surpreendeu o mundo em meados de 1958 com sua simplicidade e movimentos circulares necessários para mantê-lo no alto. Em poucos meses, o bambolê tomou Londres, Paris e Tóquio, onde o fascínio diminuiu quando o brinquedo foi culpado por ferimentos, queimaduras e uma morte.

No segundo trimestre de 1959, o bambolê já estava sendo rotulado como uma moda passageira com a ascensão do diabolô e, em 1961, do ioiô.

Após sair da moda, os bambolês se tornaram um ponto de referência cultural para coisas em declínio, com móveis, mulheres jóqueis e outros itens ou pessoas supostamente seguindo o caminho do bambolê.

Em 1988, o bambolê surpreendeu a todos, incluindo os fabricantes, com um aumento da popularidade. Como escreveu nosso repórter Richard W. Stevenson:

"O significado sociológico do bambolê em 1988 permanece uma pergunta sem resposta. Talvez sua redescoberta por membros da geração 'baby-boom' (pós-Segunda Guerra Mundial) que estão envelhecendo seja uma expressão de anseio pela juventude perdida. Talvez seja uma forma de realizar um exercício aeróbico de baixo impacto em uma era de crescente conscientização da saúde.

Pode até mesmo ser que, após anos de videogames, armas Lazer Tag e ursinhos de pelúcia eletrônicos, as crianças tenham desenvolvido um novo apreço por brinquedos simples."


Boneca Repolinho

CHESTER HIGGINS/NYT
Bonecas Repolinho em prateleira de loja


Quer tenha sido a brincadeira dos documentos de adoção, a individualização de cada boneca ou uma necessidade psicológica de cuidar, as Bonecas Repolinho rapidamente superaram seus pares no mercado em 1983.

Em novembro a demanda era imensa, com alguns compradores dispostos a pagar o dobro do preço regular. A mídia de notícias lutou para fazer um perfil de seu inventor e outros fabricantes buscaram reivindicar o crédito. Nancy Reagan, a primeira-dama, foi questionada sobre sua fonte das bonecas cobiçadas, mas a manteve em segredo.

No ano seguinte, havia um acampamento para Bonecas Repolinho e as lojas começaram a estocá-las em outubro. Com a aproximação do Natal, as bonecas se tornaram escassas, e o local de nascimento delas na Geórgia se tornou um ponto de peregrinação.
Na Véspera de Natal, pais ainda aguardavam em listas de espera por Bonecas Repolinho que nunca chegariam a tempo. O declínio do brinquedo veio em 1985, quando o urso Teddy Ruxpin e outros superaram o megassucesso, cujas vendas ultrapassaram meio bilhão de dólares antes da febre passar.


Cubo Mágico

KEITH MEYERS/NYT
Cubo mágico em foto de propaganda de 1980


O Cubo Mágico, ou Cubo de Rubik, "um quebra-cabeça terrivelmente difícil que exige que você alinhe os cubos da mesma cor", como o "Times" o descreveu em 1980, visava ser um presente prático para adultos em um país ainda em mal-estar, mas foi rapidamente adotado pelas crianças, que tinham mais paciência.

A primeira pessoa a testar publicamente sua habilidade com o cubo nos Estados Unidos foi Zsa Zsa Gabor, que foi contratada para promover a criação de seu compatriota húngaro, Erno Rubik, um professor de arquitetura e design em Budapeste.

Aos 13 anos, Patrick Bossert se tornou o mais jovem autor na lista de best-sellers do "New York Times" com seu livro "Todos Podem Fazer o Cubo Mágico". Em 1982, analistas de tendências declararam que o Cubo Mágico estava sendo superado por E.T. e pelos videogames.


Os primeiros videogames

Reprodução
Criança joga o videogame Atari, em foto de 1981


Em 1982, os videogames domésticos rivalizavam em lucratividade a indústria cinematográfica. Os consoles e cartuchos de games passaram a ter um crescimento constante, porém menos drástico, no final dos anos 80. Os computadores domésticos despontaram como concorrência, e bonecos e ursos de pelúcia se tornaram mais sencientes e falantes.

Em 1988, a Nintendo, uma empresa de cartas de baralho com 99 anos do Japão com um grande elenco de personagens amados dos fliperamas (Donkey Kong e os Mario Brothers), lançou um console de videogame que dominou 80% do mercado em um ano. E no ano seguinte, a Nintendo lançou o Game Boy em concorrência ao Atari Portable Entertainment System e cimentou seu domínio sobre os consumidores.

Ou pelo menos por algum tempo. Afinal, uma característica certa do público alvo é sua inconstância.


Texto Original de The New York Times
Traduzido por George El Khouri Andolfato / UOL
Imagem de Capa: R7



Um dos Presidente da Torcida Organizada Galocordis Cordisburgo, realizou a entrega de duas camisas para a APAE de Cordisburgo no último fim de semana. 

Uma das camisas, original do Atlético foi doada pelo jogador Marcos Rocha através do Fernando Couto Gozeb e outra camisa da Galocordis, autografada por vários atletas, que foi doada pela direção da torcida organizada atleticana. 

Quem realizou a entrega foi o próprio Fernando Couto Gozeb, presidente da torcida, em mãos para Edilce Alves Malaquias, tesoureira voluntária e representante da APAE.

As camisas agora deverão ser sorteadas através de rifa ou outro meio, arrecadando fundos e ajudando assim a manter o funcionamento da instituição.

A próxima ação da torcida será para ajudar a Creche Comunitária local.

É o futebol andando junto da solidariedade, ajudando o próximo, e a torcida ajudando a própria cidade.

Por Lucas Gustavo





Os alunos da Escola Municipal "Octacílio Negrão de Lima" participaram na última sexta-feira (15) de uma festa de natal.

A festividade marcou o encerramento das atividades educacionais neste ano, sendo também um momento de confraternização entre alunos e professores.

O Papai Noel foi o centro das atenções para os pequeninos, enchendo-os de sorrisos, alegrias e esperanças em um mundo melhor.

O evento denominado "A Fábrica de Brinquedos" distribuiu presentes aos alunos conforme pedido em suas cartinhas.

Além dos alunos, as professoras se divertiram com a festividade, fotografando com suas turmas junto ao "velhinho".

Esta época mágica e maravilhosa com cores, luzes e presentes foi festejada de forma excepcional pela Escola Octacílio.

Por Lucas Gustavo































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