Mariana Lima foi pega de surpresa quando soube que alcançou o primeiro lugar no Sisu, o Sistema de Seleção Unificada, para o qual se inscreveram 2,5 milhões de estudantes de todo o país. Com a maior nota no Enem, o Exame Nacional do Ensino Médio, Mariana já tem vaga garantida no curso de medicina na UFMG. A jovem, de apenas 18 anos, comemora os frutos de seu esforço e diz que espera ter um bom rendimento também na universidade, para que, quando médica, possa ajudar as pessoas.
“Sabia que tinha chance de passar em Medicina, mas de forma alguma esperava ficar em primeiro lugar no Enem. Eu queria ser bailarina, estudei três anos na Escola Bolshoi, em Joinville, mas acabou não dando certo e aí quando eu tinha 13 anos, ainda em Joinville, com minha escola regular, a gente fez uma visita à Fundação Pró-Rim e aquilo me marcou muito e foi a partir daí que eu pensei que gostaria de estudar Medicina, mas era só uma ideia (…) eu voltei para Belo Horizonte e no final do primeiro ano do Ensino Médio decidi que cursaria Medicina e comecei minha preparação (…) abri praticamente mão de tudo, só me dediquei aos estudos e fiquei feliz com o resultado. Espero manter o mesmo rendimento na universidade, poder ajudar as pessoas e dar um retorno para a sociedade”, disse.

Fonte:  http://blog.planalto.gov.br

Foto: Polícia Militar/Divulgação

Criminosos explodiram um caixa eletrônico de uma agência da cooperativa de crédito Sicoob em Curvelo, na Região Central de Minas, e roubaram aproximadamente R$ 100 mil.
De acordo com testemunhas, uma caminhonete estacionou próximo ao banco, na Rua Deputado Renato Azeredo, no Bairro Bela Vista, por volta das 2h30. Ocupantes do veículo invadiram o estabelecimento e detonaram os explosivos em um dos terminais. O prejuízo é em torno de R$ 100 mil, segundo o gerente da agência.
O barulho chamou a atenção de pessoas, que tentaram chegar próximas ao local, mas os assaltantes atiraram para o alto com o objetivo de intimidá-las.
A Polícia Militar realizou buscas na região, mas nenhum suspeito foi encontrado.

Fonte: Itatiaia

O projeto rodoviário dentro do percurso para o chamado Vetor Norte é detalhado na entrevista a seguir pelo diretor geral do Departamento de Estradas de Rodagem, José Elcio Santos Monteze. Há nove anos no cargo, ele atua há 37 anos no setor rodoviário. Monteze explica que a malha viária do projeto Vetor Norte compreende 87 quilômetros de vias em mão-dupla no entorno do Aeroporto Internacional Tancredo Neves. Em relação a Sete Lagoas, ele conta as melhorias que estão sendo feitas na rodovia MG-424, obras que estão em andamento entre Pedro Leopoldo e Confins,  e anuncia outras que estão previstas, como a retirada do tráfego nas áreas urbanas de Matozinhos e Prudente de Morais; além de um anel interno para melhorar o fluxo de trânsito na saída das indústrias Iveco e Ambev.

SETE DIAS - O Estado é muito grande, são obras nas diversas regiões, mas em função desse empenho do governo mineiro em levar adiante o projeto Vetor Norte, o que está previsto a curto prazo a partir do Aeroporto Internacional Tancredo Neves (Confins) em direção a Sete Lagoas?
José  Monteze - O Vetor Norte está num contexto estruturante do entorno do Aeroporto Internacional Tancredo Neves. Em relação à malha viária são 87 quilômetos de vias na concepção de pista dupla. Não que ela vai ser implantada no primeiro momento totalmente como pista dupla, mas será toda concebida para pista dupla. Serão 87 km no entorno do aeroporto, contornando Lagoa Santa; ligação de Sete Lagoas até a MG-20, que é a ligação Santa Luzia e Jaboticatubas; a ligação do segmento de Confins até a MG-424, que é a ligação que vai para Pedro Leopoldo, transpondo-a depois em ligação a Ribeirão das Neves e fazendo o contorno norte de Lagoa Santa.
As duas obras fundamentais, que estamos fazendo, é a restauração completa da MG-424, que vai de Pedro Leopoldo a Sete Lagoas, até o trevo de Confins, e depois entrando em Confins, possibilitando o segundo acesso ao aeroporto. Essa opção de segundo acesso é um compromisso do governo brasileiro e do governo de Minas com a FIFA, no sentido de oferecer os dois acessos de ótima qualidade, que é o que está sendo feito lá.
Neste momento há muitos transtornos, uma obra sempre causa um pouco, mas atuamos com o máximo de cuidado possível para minimizar para o usuário, garantir, pelo menos, um nível mínimo de conforto e segurança.
SD – Realmente há  uma movimentação intensa de obras naquele trecho. As intervenções estão todas autorizadas?
José Monteze -  Não. Nós estamos fazendo projetos de alguns trechos. As obras que estamos fazendo são a restauração da MG-424 e aquela entrada que contorna Confins, interligando, naquela ligação da Linha Verde,  o acesso ao aeroporto. Estamos dando sequência à Linha Verde, reestruturando a do aeroporto, deixando ele nas condições exatas para a expansão; a segunda pista futura, a terceira, outro terminal, enfim, já está sendo adequada a parte rodoviária para o futuro,contornando Confins e interligando de novo. Sendo assim, quem estiver indo para o aeroporto poderá optar por ir pela Linha Verde e, depois que ficar pronta, em março ou abril, também pode ir por Confins, pela 424, com o mesmo nível de conforto e segurança. Pista dupla, toda sinalizada.
SD – E dali pra frente? Por exemplo: Pedro Leopoldo a Sete Lagoas. Haverá entorno de contornos em Matozinhos e vão duplicar tudo ali?
José Monteze - Hoje a pista é duplicada até Pedro Leopoldo e nós vamos continuar a duplicação até o início do contorno de Matozinhos. Vamos fazer o contorno de Matozinhos pela esquerda, de Belo Horizonte pra lá. Depois, de Matozinhos até Prudente de Morais será pista simples, mas com terceira faixa com acostamento; quer dizer, melhorar o conforto, a segurança e a operação. A terceira faixa melhora demais a operação. Chegando em Prudente de Morais, faremos um contorno também, tirando o tráfego de dentro da cidade, pela direita. Daí vamos duplicar de Prudente de Morais a Sete Lagoas, mas de acordo com o local. Tudo isso já está autorizado.
Estamos dividindo ali em dois lotes: o primeiro lote vai até Matozinhos, por que dali pra frente tem uma parte de licenciamentoambiental, por ser uma região de muitas cavidades, grutas e cavernas, então temos que ter alguns cuidados especiais ambientais e fazer um estudo que chamamos de valoração, tem um estudo na época da chuva, da seca. Faremos todo o estudo da parte legal para poder amparar a parte do licenciamento ambiental.

SD – Há também uma nova ligação ao complexo Iveco, Ambev?
José Monteze – Sim, o governo autorizou e já estão começando as obras da parte do anel interno em Sete Lagoas. Existe um projeto sendo desenvolvido que faz a ligação da saída Iveco, que é o terminal dessa avenida que estamos fazendo agora de 3,2 km, passando pela parte sul de Sete Lagoas e fazendo a ligação com a 040. Mas a Prefeitura, pelo que nos parece, está fazendo um novo pleito, para fazer a sequência desta pista, que nós estamos implantando agora, ligando à 040, mas pelo lado norte. Já tem uma parte implantada, o prefeito está pleiteando algumas melhorias e a sequência, fazendo um desvio, saindo fora do shopping e interligando a 040. Além disso, ele está fazendo um projeto em parceria com a Iveco para fazer a duplicação. Naturalmente o Estado deve participar disso.
SD – Na outra direção, da Iveco para o sentindo Jequitibá, Funilândia.  Há alguma coisa prevista?
José Monteze - Existe previsão para que possamos fazer o projeto de Prudente de Morais a Funilândia, duplicado, e a ligação por dentro de Funilândia a Sete Lagoas com pista simples.
SD – Sabemos de questões sérias nas estradas, relativas a transporte acima da capacidade de peso do veículo, aos domingos e à noite, para fugir da fiscalização. Em outros casos fiscais são ameaçados. Como o DER trata essa questão?
José Monteze - Isso é um problema sério. O problema de excesso de peso é cruel com a estrada. A estrada tem dois inimigos: águae excesso de peso. A água, por que se o sistema de drenagem for superficial ou profunda, certamente, o corpo maciço ‘estrada’ vai apresentar consequencias. No caso do excesso de peso o dano no pavimento tem efeito exponencial.
Todo veículo, se ele rodar com 20% de excesso, a vida útil do pavimento, que estava dimensionada, originalmente, para dez anos, de acordo com as leis da balança, cai pra quatro. Então é extremamente danoso, o que um veículo pesado faz na estrada.
Se o caminhoneiro tivesse a consciência de que o excesso de carga está contra ele, por que está trazendo danos ao pavimento de forma acelerada, ele não faria aquilo. Por que ele está aumentando o custo operacional dele; o custo para a sociedade; o próprio ônus de manutenção do veículo, da segurança, que não é medido, mas pode pagar com a vida, então é uma seriedade grande. E o que lamentamos são as ameaças às fiscalizações. A fiscalização está ali para defender dinheiro público. Está defendendo um excesso de custo que particulares estão trazendo para a sociedade.
SD – No caso daquela ponte que cedeu e precisou ser interditada entre Cachoeira e Maravilhas, foi excesso de peso?
José Monteze - Exatamente. Ali foi por excesso de peso. Por ter passado um veículo com o peso extremamente acima do recomendado pela lei da balança. Infelizmente a gente ainda convive com essas coisas. Fizemos uma contratação emergencial a fim de construir uma ponte nova, na faixa de R$20 milhões de reais.  As obras com previsão de seis meses de duração, estão em andamento.
SD – O DER, assim como a área de saúde, de segurança, está entre os órgãos mais pressionados da administração pública do Estado?
José Monteze - A pressão é natural, já que a malha rodoviária é extremamente pulverizada em todo o Estado e acabamos atuando nos 853 municípios, sempre tendo interferências, ainda mais agora com a conclusão do Programa Proacesso. Em 2002 eram 225 municípios que não tinham acesso pavimentado, mas hoje todos os municípios têm o acesso pavimentado, têm uma rede de acesso oficial do Estado chegando à sede do município. Então queira ou não nós temos interações com os 853 municípios.
SD - Esses programas estaduais estão contemplando regiões que sonhavam com asfalto há muitos anos, como tem sido esse trabalho?
José Monteze - Quando nós começamos o primeiro Governo Aécio Neves, em janeiro de 2003, era um programa de governo que ele propôs fazer com que todos os municípios, em Minas Gerais, tivessem, pelo menos, um acesso pavimentado fazendo ligação à capital.
O programa, denominado Proacesso, foi desenvolvido e hoje nós temos 219 municípios integrado a ele de responsabilidade do Governo Estadual. Já que dos 225, seis são da rede federal. Dos 219 sob a responsabilidade do Estado, 211 estão prontos e os oito estão em fase de conclusão. Foi um projeto que o Governo de Minas encampou com muita seriedade e fez com que a coisa acontecesse, com prioridade absoluta. Hoje quase todos estão interligados, em oito falta a rede pavimentada, mas ela já está chegando, além da grande extensão de rede pavimentada executada, por isso estamos acabando este programa.
Naquela ocasião o plano multimodal de transportes contemplava as interligações regionais, que não estavam dentro do Programa Proacesso. O programa só visava ligar a sede do município e os links faltantes, apontados pelo plano multimodal dos transportes. Interligava micro regiões, grandes regiões, enfim, ele fazia a complementação da malha.
O governador Antonio Anastasia fez o lançamento e denominou o programa dos tais links faltantes de Caminho de Minas. Ele lançou a primeira etapa, relativa a 7.800 km, mas se olharmos no mapa e vermos as necessidades, perceberemos que é muito mais que isso.
Governar é estabelecer prioridades, então ele fez a primeira priorização, baseado na sensibilidade política e técnica, com os dados técnicos que dispunha e originou os 7.800 km de rodovias, totalizando 242 trechos. Desses 242 trechos, 190 ele já autorizou o projeto. Ou está com o projeto concluído ou já está com o projeto em andamento ou em licitação. Ele avançou muito na área de projetos. O que eu sempre falo: projeto tem que existir, obra começa é com projeto, até por exigência legal.
Dentre os 190 projetos, o governador Anastasia autorizou 67 obras, e dessas obras, várias estão em andamento. Nos últimos dias ele tem dado início a algumas obras. Entre as mais recentes delas está o trecho entre Baldim e Santana do Riacho, que faz parte do projeto Caminho de Minas, e o trecho de Curvelo a Cordisburgo. Temos hoje mais de 50 contratos executados, 67 já finalizados os procedimentos licitatórios para início, algumas obras até bem avançadas e outras até concluídas.

SD – E em relação à manutenção das estradas, o que é feito?
José Monteze - O Pró-MG é um programa de manutenção permanente com características muitos semelhantes à execução de um contrato de concessão. É um contrato de preço global, pois não é pago um preço unitário para a empresa, é pago um preço global, pré-combinado e que é fracionado ao longo dos meses. Com isso, a empresa tem que fazer a recuperação daquela rede pavimentada e depois fazer a manutenção, até o final do contrato, que tem duração de quatro anos.
O próprio usuário pode reclamar através do ‘0800’ que fica nas placas distribuídas pela estrada. Se a empresa deixar um buraco no trecho ou algo inadequado, ela tem um prazo de recuperação, que é curto. Além do prazo, a empresa é penalizada e através disso é medido o índice de desempenho da organização. Buraco, tolerância zero! Se tiver um buraco no trecho, ela tem 24 horas pra recuperar e o valor que ela vai pagar é um valor extremamente considerável.
Esses procedimentos fazem com que a empresa não deixe buracos na estrada, por que ela é penalizada e depois que ela acaba de recuperar a via, o Estado não fornece mais o material betuminoso, ou seja, se ela fizer mal feita a recuperação, ela vai ter um ônus grande pra manter o trecho até o 48° mês, que são os quatro anos. Então é um sistema muito interessante, por que atribui à empresa a responsabilidade do serviço que ela fez não só sob a responsabilidade civil, pelo ponto de vista contratual, mas de responsabilidade ‘pecuniária’, por que além de tomar a multa, ela vai ter ônus para comprar o asfalto, mandar fazer a massa asfáltica e aplicar. Então ela vai ter ônus bastante consideráveis, então o interesse dela sempre vai ser fazer o melhor possível.
SD – Muita gente fica curiosa e às vezes não entende como obra rodoviária é um negócio muito caro. Como é isso?
José Monteze - A obra não tem um preço único por km, obviamente. Região montanhosa, em que a terraplanagem é muito mais volumosa, a drenagem muito mais pesada, a tendência do custo é ser muito mais alto por km. Região ondulada, o custo é menor um pouco e a região plana mais barato. A média por km, em termo de obra, é em torno de 1,5 milhão.

SD - Sem falar nas questões ambientais, por que eles travam a obra.
José Monteze - Hoje em dia é uma questão básica o cuidado ambiental. O DER não dá ordem de início se não tiver o contrato assinado, o empenho prévio, todas as licenças ambientais retiradas e o decreto de utilidade pública. São as quatro condicionantes fundamentais para darmos a primeira ordem de início. Se não tiver desembaraçada a questão ambiental, não será dada a ordem de início das obras. Isso é uma regra que o Estado está adotando com muito critério e a gente tem cumprido fielmente.

Foi preso na semana passada, pela Polícia Civil, Gleidisson Lopes (à esquerda), 19 anos, principal suspeito de um homicídio ocorrido no dia 17 de novembro do ano passado durante uma festa que era realizada no centro de Cordisburgo. Além do assassinato de Marlon Max Ribeiro Moreira, 22 anos, ele também é acusado da tentativa de homicídio de Amanda Ireno Barbosa, 24 anos, que foi atingida por uma bala perdida e ficou paraplégica em decorrência do ferimento. Juliano Carvalho Araújo (à direita), 27 anos, ainda é procurado por suspeita de participação no crime.
As investigações do crime foram comandadas pelo delegado Thimóteo Batista Leal, titular da delegacia de Cordisbusgo. Procurado pelo SETE DIAS ele detalhou o trabalho realizado pela Polícia Civil e ainda contou como os suspeitos agiram.
A festa denominada “Axé Cordis” reuniu cerca de 7 mil pessoas e quando o público curtia as atrações musicais houve um desentendimento entre os acusados e a vítima. Enquanto Marlon Moreira e Juliano Araújo brigavam Gleidisson Lopes, que era amigo de Juliano, efetuou três disparos de revólver calibre 22 na tentativa de acertar Marlon Moreira. “Uma das balas mascou, a outra acertou o Marlon no abdômen e a terceira pegou na coluna cervical da Amanda Barbosa que não tinha nada a ver com a confusão”, relatou o delegado. Marlon Moreira chegou a ser socorrido, mas morreu no hospital de Cordisbusgo.
Os envolvidos no crime possuem passagem pela polícia, mas a Polícia Civil acredita que o motivo do crime tenha sido apenas um desentendimento que passou para agressão e terminou em homicídio. “Apesar do depoimento das testemunhas ainda não descartamos a hipótese de rixa por causa do tráfico de drogas ou outro motivo”, afirma Thimóteo Batista Leal.
Câmaras de segurança de imóveis particulares e também do comércio de Cordisburgo foram fundamentais para a investigação. Logo após o crime um veículo Volkswagen Fox foi focalizado em alta velocidade saindo do município. A Polícia Rodoviária Federal (PRF) também registrou a passagem do veículo no posto da BR-040 sentido Sete Lagoas. “Pela velocidade ficou evidente que este estava em fuga”, deduz o delegado.
Após dias de investigação a Polícia Civil conseguiu identificar o carro que pertencia a Juliano Araújo. Testemunhas que estavam na festa relataram que ele estava em companhia de Gleidisson Lopes que efetuou os disparos com arma de fogo. “Com autorização da Justiça foram realizadas buscas nas casas dos suspeitos e foram encontradas as roupas relatas pelas testemunhas que eles usavam no momento do crime”, explica o Thimóteo Batista Leal.
Pelo conjunto de evidências o delegado acredita que o crime foi esclarecido. Gleidisson Lopes se apresentou na última segunda-feira, 6, acompanhado do seu advogado e cumpre prisão temporária. Juliano Araújo continua sendo procurado, mas também está com a prisão decretada. Os dois serão indiciados por homicídio e tentativa de homicídio. “O advogado garantiu que o Juliano também se apresentará espontaneamente, por enquanto ele está sendo procurado”, finaliza o delegado.

Os atendimentos pediátricos de urgência para os cerca de 20 mil associados do Planseg estão suspensos no Hospital Nossa Senhora das Graças. O Hospital da Unimed está acolhendo os beneficiários que precisarem do serviço e os pacientes devem procurar diretamente a unidade. As consultas eletivas, segundo a assessoria de comunicação da Irmandade Nossa Senhora das Graças, mantenedora do hospital, continuam normalmente.

Diretoria do Nossa Senhora das Graças tenta normalizar atendimento / Foto: Marcelo Paiva Diretoria do Nossa Senhora das Graças tenta normalizar atendimento / Foto: Marcelo Paiva

A informação, porém, não é confirmada por uma associada do plano, que preferiu ficar no anonimato, e denunciou ao portal que tentou marcar uma consulta para o filho e recebeu das atendentes a informação que “(os médicos) não estão atendendo pelo convênio por falta de pagamento”. Por telefone, entramos em contato com o Planseg e a informação foi ratificada. “Houve sim um pequeno atraso no pagamento e dia 20, segunda-feira, será feito o acerto e a marcação voltará ao normal,” informou uma atendente. 

O problema enfrentado pelo Nossa Senhora das Graças se repete em várias cidades do Estado e em setembro do ano passado o jornal SeteLagoas.com.br mostrou que a rede pública da cidade também sofri por causa da falta do especialista. À época a secretaria de Saúde informou que aproximadamente 40 crianças eram atendidas em um plantão de 12hs, e que buscava, sem sucesso, a contratação de novos pediatras. 

A entidade já enviou para algumas empresas da cidade um comunicado informando sobre a interrupção dos atendimentos de urgência. De acordo com o informe, a suspensão começou no dia 08 de janeiro. Apesar de tentar resolver a situação ainda não há uma previsão dos atendimentos.


Fonte: setelagoas.com.br

O Ministério da Educação (MEC) divulgou na manhã desta segunda-feira (20) a primeira lista de selecionados pelo Programa Universidade para Todos (Prouni) com direito a bolsas de estudo no primeiro semestre de 2014. Os aprovados deverão apresentar a documentação nas universidades em que conseguiram a bolsa entre esta segunda e sexta-feira (24). Caso sobrem bolsas, o MEC fará uma segunda chamada no dia 3 de fevereiro.
Nesta edição, o Prouni recebeu 1.259.285 candidatos – um recorde –, segundo balanço divulgado pelo MEC no sábado (18). O número de inscrições chegou a 2.424.354, pois cada estudante poderia fazer até duas opções de instituição e curso. O prazo para manifestar interesse no programa federal terminou às 23h59 de sexta-feira (17).
Tela do sistema do Prouni 2014; resultados estão no ar (Foto: Reprodução)Tela do sistema do Prouni 2014; resultados já estão no ar (Foto: Reprodução)
O Prouni oferece bolsas de estudo de quase R$ 8 mil em faculdades particulares do país. Segundo o MEC, nesta edição, estão disponíveis 191.625 bolsas, sendo 131.636 integrais (o governo paga 100% da mensalidade) e 59.989 parciais (50%).
As bolsas integrais são colocadas à disposição dos candidatos com renda familiar bruta mensal per capita de até 1,5 salário mínimo. Para as bolsas parciais, o valor da renda familiar deve ser de, no máximo, três salários mínimos.
Cursos de medicina
Os cursos de medicina têm as mensalidades mais altas com oferecimento de bolsas de estudo. O valor da bolsa pode chegar a quase R$ 8 mil, como é o caso da faculdade de medicina da Universidade de Marília (Unimar), no interior de São Paulo. A instituição terá 16 bolsas integrais para o curso, cuja mensalidade é de R$ 7.998,14.
Em seguida, entre as bolsas de instituições com as mensalidades mais caras, aparecem a Universidade do Ceuma (Uniceuma), de São Luís (MA), que tem cinco bolsas integrais e nove parciais para medicina, com mensalidade de R$ 6.036,90; a Universidade do Oeste Paulista (Unoeste), com 14 bolsas integrais e mensalidade de R$ 5.950,00; e a Universidade Cidade de São Paulo (Unicid), que oferece três bolsas integrais e seis parciais em medicina, cuja mensalidade é de R$ 5.949,00.
Em todo o país, os cursos com o maior número de bolsas oferecidas são os de administração (21.252), pedagogia (14.773) e direito (13.794). Mais da metade das bolsas disponíveis está concentrada em São Paulo.
Opção ao Sisu
Para participar do Prouni, o aluno não pode ter tirado zero na redação do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) e precisa ter obtido nota superior a 450 pontos na prova. O programa é uma opção para quem não foi aprovado no Sistema de Seleção Unificada (Sisu), mas ainda quer fazer uma faculdade particular com mensalidade paga pelo governo federal.
No Prouni, pode participar o estudante brasileiro que ainda não tem diploma de curso superior, que tenha feito o Enem em 2013 e atenda a pelo menos uma das condições a seguir:
I - Tenha cursado o ensino médio completo em escola da rede pública;
II - Tenha cursado o ensino médio completo em instituição privada, na condição de bolsista integral da respectiva instituição;
III - Tenha cursado o ensino médio parcialmente em escola da rede pública e parcialmente em instituição privada, na condição de bolsista integral da respectiva instituição;
IV - Seja pessoa com deficiência;
V - Seja professor da rede pública de ensino, no efetivo.
Para os concorrentes a uma bolsa parcial, há ainda os benefícios do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies). O candidato poderá fazer um empréstimo, a juros baixos, para custear os outros 50% da mensalidade do curso, sem a necessidade de ter um fiador. Para isso, é necessário que a instituição para a qual o estudante foi selecionado tenha firmado um termo de adesão ao Fies e ao Fundo de Garantia de Operações de Crédito Educativo (Fgeduc).
Além disso, é permitida às instituições a realização de um processo seletivo próprio para os candidatos pré-selecionados no Prouni. Essa informação deve ser fornecida no momento da inscrição. Nesses casos, as universidades que optarem por fazer um processo de seleção próprio deverão comunicar formalmente os estudantes – no prazo máximo de 24 horas após a divulgação dos resultados das chamadas – sobre a natureza e os critérios de aprovação. Esses pré-requisitos não poderão ser mais rigorosos que aqueles aplicados aos alunos selecionados em seus processos seletivos regulares (via vestibular). Também é vedada a cobrança de qualquer tipo de taxa para a realização de uma seleção própria.

Segunda fase do programa Minas Comunica abrange 66 municípios das duas regiões; cerca de 215 mil moradores serão beneficiados
Carlos Alberto/Imprensa MG
Prefeito de Jeceaba, Fábio Vasconcelos contou que a cobertura celular é muito esperada pelos moradores
Prefeito de Jeceaba, Fábio Vasconcelos contou que a cobertura celular é muito esperada pelos moradores
Distritos de 66 municípios das regiões Central e Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH) serão beneficiados com a implantação de cobertura celular e de comunicação de dados. A segunda etapa do Minas Comunica foi lançada nesta semana pelo governador Antonio Anastasia  e vai levar os serviços para mais de 150 distritos das regiões e atender cerca de 215 mil moradores.
Na RMBH, o Programa de Universalização do Acesso aos Serviços de Telecomunicações de Minas Gerais, o Minas Comunica, vai atender a 15 distritos de 10 cidades. Já na região Central, serão 136 distritos de 56 municípios.
O prefeito de Jeceaba, Fábio Vasconcelos, conta que a cobertura celular é muito esperada pelos moradores. “A população das comunidades vem nos solicitando esse serviço (telefonia) há algum tempo. O Minas Comunica vai cumprir o dever, viabilizar a comunicação para todas as áreas e vencer uma série de dificuldades. Os estudantes vão poder ter acesso a internet e as pessoas não vão ter que se descolar tanto para solicitar serviços médicos”, ressalta Vasconcelos. Os distritos de Bituri e Caetano Lopes serão os atendidos em Jeceaba.
Os principais objetivos da iniciativa são reduzir as desigualdades regionais e promover o desenvolvimento econômico e social do Estado. “A iniciativa vai facilitar até mesmo o trabalho dos meios de comunicação”, lembrou o prefeito de Alfredo Vasconcelos, José Vicente Barbosa.
O Minas Comunica II será desenvolvido pelas secretarias de Estado de Planejamento e Gestão (Seplag) e de Fazenda (SEF), levando em consideração os distritos existentes durante o Censo de 2010. 
A meta, até o final deste ano, é levar o serviço de telefonia celular a 50% desses distritos. O projeto deverá ser concluído até fevereiro de 2016, ou seja, 24 meses após a assinatura do termo de compromisso com o vencedor do chamamento, em fevereiro deste ano.
Confira abaixo a lista dos municípios beneficiados nas duas regiões.
Região Central: Alfredo Vasconcelos, Alvinópolis, Alvorada de Minas , Antônio Carlos , Antônio Dias , Barbacena ,Belo Vale , Bonfim , Buenópolis , Conceição do Mato Dentro ,  Conceição do Mato Dentro , Congonhas ,Cordisburgo , Corinto ,Cristiano Otoni , Curvelo ,Desterro de Entre Rios ,Diamantina ,Dionísio , Dom Joaquim , Dona Eusébia , Entre Rios de Minas , Felixlândia ,Ferros , Itabira ,Itaverava , Jeceaba, Jequitibá,  Mariana ,Moeda , Monjolos , Morada Nova de Minas , Ouro Preto, Paineiras , Pará de Minas, Piedade do Rio Grande,  Pompéu,  Resende Costa, Ressaquinha , Rio Piracicaba, Rio Vermelho,  Rubim,  Santa Bárbara,  Santa Bárbara do Tugúrio,  Santa Maria de Itabira,  Santana de Pirapama,  Santana dos Montes, Santo Hipólito, São Domingos do Prata,  São João del Rei ,São Tiago, Senhora dos Remédios,  Serro, Sete Lagoas , Tiradentes ,Três Marias.
RMBH: Brumadinho, Caeté, Pedro Leopoldo, Baldim, Jaboticatubas, Matozinhos, Lagoa Santa, Mateus Leme, Rio Manso, Sabará.
Minas Comunica I
A primeira etapa do programa foi lançada em abril de 2007 e beneficiou diretamente cerca de 2,5 milhões de pessoas em 412 sedes de municípios, que, naquele ano, não contavam com o serviço de telefonia celular e transmissão de dados. Em agosto de 2008, o programa já tinha cumprido sua meta e levado o sinal de telefonia celular para 100% das cidades mineiras.

Fonte: Agência Minas



O Governo de Minas abre nesta semana as inscrições de concursos públicos que irão preencher mais de 1.700 vagas no estado. São 51 oportunidades na Agência Reguladora de Serviços de Abastecimento de Água e Esgotamento Sanitário (Arsae), 306 no Departamento de Estradas de Rodagem (DER-MG) e no Departamento de Obras Públicas (Deop) e 1.390 na Secretaria de Estado de Defesa Social (Seds). As remunerações podem chegar a R$ 5.101,36.
Os períodos de inscrição para os concursos do DER-MG e do Deop tiveram início nesta segunda-feira (6) e vão até o dia 4 de fevereiro. As inscrições para o concurso da Arsae também tiveram início no dia 6 e vão até 9 de fevereiro. Para a Seds, o período começa nesta quarta-feira e termina em 9 de fevereiro. Todas as provas estão previstas para serem realizadas em março deste ano.
O exame para as vagas da Arsae será realizado em Belo Horizonte, com 37 vagas para Analista Fiscal e de Regulação de Serviços de Abastecimento de Água e de Esgotamento Sanitário (remuneração inicial de R$ 3.750), e 14 vagas para Gestor de Regulação de Serviços de Abastecimento de Água e de Esgotamento Sanitário (remuneração inicial de R$ 2.292,09), ambos os cargos com exigência de nível superior.
Já a seleção para o DER-MG e Deop acontecerá na capital e no interior, nas cidades de Teófilo Otoni, Patos de Minas, Montes Claros, Uberlândia e Varginha. Existem oportunidades para os níveis médio e superior, com remuneração que vai de R$ 1.101,73 a R$ 2.083,72.
O concurso da Seds, com 1.390 vagas é para preenchimento dos cargos de Assistente Executivo de Defesa Social nível médio (536 vagas), Analista Executivo de Defesa Social nível superior (790 vagas), Médico da Área de Defesa Social nível superior (46 vagas) e Médico da Área de Defesa Social nível superior com Especialidade em Medicina Psiquiátrica (18 vagas). Os salários vão de R$ 954,55 para Assistente Executivo de Defesa Social a R$ 5.101,36 para Médico Especialista em Medicina Psiquiátrica.
Confira abaixo os detalhes de cada concurso
Agência Reguladora de Serviços de Abastecimento de Água e Esgotamento Sanitário de Minas Gerais (Arsae-MG)
- Carreira: Analista Fiscal e de Regulação de Serviços de Abastecimento de Água e de Esgotamento Sanitário – nível I – grau A (exigência de escolaridade de nível superior): 37 vagas.
Remuneração inicial: R$ 3.750.
Valor da inscrição: R$ 75.
- Carreira: Gestor de Regulação de Serviços de Abastecimento de Água e de Esgotamento Sanitário – nível I – grau A (exigência de escolaridade de nível superior): 14 vagas.
Remuneração inicial: 2.292,09.
Valor da inscrição: R$ 60.
Inscrições: 6 de janeiro a 9 de fevereiro de 2014.
Previsão para realização da prova: 16 de março de 2014, em Belo Horizonte.
Mais informações em www.funcab.org.br.
Departamento de Estradas de Rodagem (DER) e no Departamento de Obras Públicas (Deop) de Minas Gerais
- Carreira: Gestor de Transportes e Obras Públicas - nível I – grau A (exigência de escolaridade de nível superior): 50 para o Deop e 60 para o DER.
Remuneração inicial: R$ 2.083,72.
Valor da inscrição: R$ 55.
- Carreira: Fiscal de Transportes e Obras Rodoviárias - nível I – grau A (exigência de escolaridade de nível superior): 119 para o DER.
Remuneração inicial: R$ 2.083,72.
Valor da inscrição: R$ 55,00.
- Carreira: Agente de Transportes e Obras Públicas - nível I – grau A (exigência de escolaridade de nível médio): 6 para o Deop e 12 para o DER.
Remuneração inicial: R$ 1.101,73.
Valor da inscrição: R$ 40.
- Carreira: Fiscal Assistente de Transportes e Obras Rodoviárias - nível I - grau A (exigência de escolaridade de nível médio): 59 vagas para o DER.
Remuneração inicial: R$ 1.101,73.
Valor da inscrição: R$ 40.
Inscrições: 6 de janeiro a 4 de fevereiro de 2014
Previsão para realização da prova: 9 de março de 2014, em Belo Horizonte, Teófilo Otoni, Patos de Minas, Montes Claros, Uberlândia e Varginha.
Mais informações em www.ibfc.org.br.
Secretaria de Estado de Defesa Social (Seds)
- Carreira: Assistente Executivo de Defesa Social - nível I – grau A (exigência de escolaridade de nível médio): 536 vagas.
Remuneração inicial: R$ 954,55.
Valor da inscrição: R$ 45,00.
- Carreira: Analista Executivo de Defesa Social - nível I – grau A (exigência de escolaridade de nível superior): 790 vagas.
Remuneração inicial: R$ 2.083,73.
Valor da inscrição: R$ 60,00.
- Carreira: Médico da Área de Defesa Social - nível I – grau A (exigência de escolaridade de nível superior): 46 vagas.
Remuneração inicial: R$ 3.427,41.
Valor da inscrição: R$ 60,00.
- Carreira: Médico da Área de Defesa Social - nível I - grau A (exigência de escolaridade de nível superior com Especialidade em Medicina Psiquiátrica): 18 vagas.
Remuneração inicial: R$ 5.101,36.
Valor da inscrição: R$ 60,00.
Inscrições: de 8 de janeiro a 9 de fevereiro de 2014
Previsão para realização da prova: 23 de março de 2014
Mais informações em www.ibfc.org.br.

Fonte: Agência Minas
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