Imagem: Debates Culturais 
A situação política turbulenta que a Presidente Dilma Rousseff está enfrentando, é longa e não se sabe quando chegará ao fim.
Diante de quadro tão complicado, em virtude da corrupção avassaladora que foi forjada por políticos do seu partido, PT - Partido dos Trabalhadores e também por alguns aliados, o Brasil, estarrecido, tenta se recompor e se reencontrar.

Ontem, o TCU - Tribunal de Contas da União, achou por bem, dar mais 15 dias para que a Presidente Dilma Rousseff, possa explicar as chamadas "pedaladas fiscais" (desacertos nas Contas do Governo), que serão julgadas pelo Tribunal.
Essa decisão, até poderá ajudar um pouco a Pres. Dilma, que terá assim, mais 2 semanas para tentar rearticular a sua enfraquecida base política.

E, de imediato, houve uma reunião em Brasília, com a presença do ex-presidente Lula; onde a cúpula dos caciques do PMDB (maior partido da coligação com o Planalto) se encontrou para discutir um apoio no Congresso Nacional. E com isso, amenizar o aperto deste "beco sem saída" e reconquistar, quem sabe, o apoio da opinião pública também.
Foi discutida a Agenda Brasil, para dar sustentação a Dilma Rousseff e afastar o risco de impeachment. Entretanto, o Presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ) indicou que as negociações com a "casa" será conflituosa.
Em outro evento, também em Brasília, no dia de ontem, Dilma, descontraída disse: "Eu envergo, mas não quebro".
Reportagem Adriano Bossi

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