A Caixa Econômica Federal paga hoje (30) o auxílio emergencial para 3,4 milhões de brasileiros nascidos em janeiro. Será liberado R$ 1,36 bilhão para beneficiários que não fazem parte do Bolsa Família. Os créditos abrem o ciclo 4 de pagamentos do programa e contemplam parcelas residuais e da extensão.

Do total, 645 mil pessoas receberão R$ 422,1 milhões referentes a parcela do auxílio emergencial regular, no valor de R$ 600 (R$ 1,2 mil para mães chefes de família). Os demais, 2,8 milhões beneficiários serão contemplados hoje com a primeira parcela do auxílio emergencial extensão de R$ 300 (R$ 600 para mães chefes de família), num total de R$ 937,7 milhões.

Também nesta sexta-feira, a Caixa credita a primeira parcela do auxílio emergencial regular para 95 mil brasileiros que tiveram o benefício aprovado. O Ministério da Cidadania autorizou o pagamento de cinco parcelas para os novos beneficiários, que tiveram o pagamento reavaliado em outubro. O crédito da primeira parcela acompanha o ciclo 4, a segunda parcela no ciclo 5 e as três últimas no ciclo 6. A portaria nº 519/2020, que traz o calendário de pagamento, foi publicada ontem (29) no Diário Oficial da União.

Os recursos estarão disponíveis na poupança social digital e poderão ser movimentados pelo aplicativo Caixa Tem. Com ele é possível fazer compras na internet e nas maquininhas em diversos estabelecimentos comerciais, por meio do cartão de débito virtual e QR Code. O beneficiário também pode pagar boletos e contas, como água e telefone, pelo próprio aplicativo ou nas casas lotéricas.

O calendário de pagamentos do auxílio emergencial é organizado em ciclos de crédito em conta poupança social digital e de saque em espécie. Os beneficiários recebem a parcela a que têm direito no período, de acordo com o mês de nascimento.

Saques e transferências para quem recebe o crédito nesta quarta-feira serão liberados em 7 de novembro. A partir dessa data, o beneficiário poderá retirar o auxílio emergencial no caixa eletrônico, nas agências da Caixa ou lotéricas ou usar o aplicativo Caixa Tem para transferir o dinheiro da poupança digital para contas em outros bancos, sem o pagamento de tarifas.


Beneficiários do Bolsa Família

Já os beneficiários do Bolsa Família recebem o auxílio de acordo com o calendário e critérios de pagamento do próprio programa. Dessa forma, a Caixa faz hoje, o pagamento de R$ 420,3 milhões referentes à segunda parcela do auxílio emergencial extensão para 1,6 milhão de beneficiários do Bolsa Família com final de NIS número 0.

Com esse crédito, a Caixa finaliza o pagamento da segunda parcela esse público. Ao todo, mais de 16 milhões de pessoas cadastradas no Bolsa Família foram consideradas elegíveis para a segunda parcela do auxílio extensão e receberam, no total, R$ 4,2 bilhões durante o mês de outubro.

O auxílio emergencial criado em abril pelo governo federal, pago em cinco parcelas de R$ 600 ou R$ 1,2 mil para mães solteiras, foi estendido até 31 de dezembro, por meio da Medida Provisória (MP) 1000. O auxílio emergencial extensão será pago em até quatro parcelas de R$ 300 cada e, no caso das mães chefes de família monoparental, o valor é de R$ 600.

De acordo com a Caixa, não há necessidade de novo requerimento para receber a extensão do auxílio. Somente aqueles que já foram beneficiados e se enquadram nos novos requisitos estabelecidos na MP, terão direito a continuar recebendo o benefício.

No caso dos beneficiários do Bolsa Família, eles recebem o valor do programa complementado pela extensão do auxílio emergencial em até R$ 300 ou R$ 600 para mães solteiras. Se o valor do Bolsa Família for igual ou maior que R$ 300 ou R$ 600 o beneficiário receberá o valor do Bolsa Família, sempre privilegiando o benefício de maior valor.


Por Agência Brasil


Uma chuva com fortes ventos na madrugada desta quinta-feira, 29, causou estrago em diferentes áreas de Cordisburgo.

Pelo menos duas árvores foram derrubadas, uma na praça da Rua Geraldino Rocha, e outra na Rua Frei Estevam, atingindo a rede elétrica.

O maior estrago aconteceu em uma residência que teve todo seu telhado arrancado e levado pelo vento. Partes das telhas atingiram a Igreja de Nossa Senhora Aparecida, quebrando vários vidros das janelas.

Algumas ruas da cidade ainda se encontravam sem energia elétrica até a parte da tarde. A Cemig trabalhava para o restabelecimento do fornecimento.





Imagem inicial de Ugo Ismael
Demais imagens: Reprodução/WhatsApp/Redes Sociais


As vacinas contra a covid-19 estão sendo desenvolvidas em velocidade sem precedentes, e, além da rapidez, os projetos em andamento buscam comprovar a eficácia e a segurança de tecnologias inéditas, que, futuramente, podem modernizar outras vacinas já em uso no mundo.

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), entre as quase 200 propostas de vacinas em testes, 44 chegaram à fase de experimentação em humanos, chamada de estudos clínicos. Dessas, um grupo de 10 projetos atingiu a fase três de estudos, em que dezenas de milhares de voluntários são recrutados para comprovar se a vacina é mesmo capaz de proteger sem causar danos à saúde. 

Por ainda apresentar grande circulação do vírus, o que acelera as pesquisas, o Brasil tem sediado alguns desses testes com milhares de participantes. Receberam autorização para experimentos de larga escala no país as vacinas desenvolvidas pelos laboratórios AstraZeneca/Oxford, Sinovac, Janssen e Pfizer/Biontech/Fosun Pharma.

Com técnicas já utilizadas pela ciência ou novas formas de induzir a resposta imunológica, as vacinas que chegaram ao último estágio de testes têm um mesmo objetivo: levar ao organismo informações importantes que desencadeiem a produção de defesas ao novo coronavírus de forma antecipada. A Agência Brasil explica as principais estratégias elaboradas pelos cientistas para que as vacinas sejam eficazes e seguras.


Proteína S

Quando o corpo produz anticorpos contra um vírus ele é estimulado por estruturas específicas que compõem esses seres. No caso do coronavírus causador da covid-19, os cientistas descobriram que a proteína S, que forma a coroa de espinhos que dá nome ao vírus, é a estrutura que mais provoca o sistema imunológico a produzir anticorpos. Essa proteína também é fundamental para a infecção: é com os pequenos espinhos formados pela proteína S que o novo coronavírus se conecta às células humanas e inicia a invasão para poder se replicar.

O diretor da Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm), Renato Kfouri, explica que antecipar o contato do corpo com a proteína S é uma estratégia comum aos principais projetos em curso. "As vacinas têm como alvo principal a indução de anticorpos contra essa proteína S. Os anticorpos são, em geral, neutralizantes. São capazes de neutralizar a atividade do vírus".


Vacinas de vírus inativado

Entre as dez vacinas que chegaram aos estudos clínicos de fase 3, três propostas desenvolvidas na China utilizam a técnica conhecida como vacina de vírus inativado: a da Sinovac, que está em testes no Brasil em parceria com o Instituto Butantan e o governo de São Paulo, a da Sinopharm com Instituto de Produtos Biológicos de Wuhan, e outra da Sinopharm com o Instituto de Produtos Biológicos de Pequim.

A estratégia leva esse nome porque a vacina contém o próprio vírus morto, o que é chamado tecnicamente de inativado. Essas vacinas são comuns na prevenção de diversas doenças, como a poliomielite, a hepatite A e o tétano, e provocam o corpo a produzir as defesas a partir de um contato antecipado e inofensivo com o vírus.  

"Nessa tecnologia, se cultiva o vírus em laboratório, e, depois de ter uma grande quantidade, você inativa, mata o vírus em linguajar mais popular, através de temperatura ou substâncias químicas. Ele fica um vírus inteiro, morto, inativado, mas com essas proteínas conservadas e capazes de induzir uma resposta imune", explica Kfouri. "A única dificuldade é que você precisa de laboratórios com nível de biossegurança elevado para manipular o vírus vivo, precisa cultivá-lo, e tem um tempo de multiplicação desses vírus pra depois inativar. São processos que requerem um tempo maior e um nível de segurança máximo dos laboratórios, porque vão manipular vírus com potencial infectante".


Vacinas de vetor viral

Para fazer com que o corpo produza anticorpos capazes de neutralizar a proteína S, as vacinas de vetor viral não-replicante trazem uma proposta inovadora: a proteína do novo coronavírus é inserida em outro vírus, modificado em laboratório, para transportá-la para o corpo humano e não se multiplicar. Uma vez que a proteína chega ao corpo, o sistema imunológico a identifica e produz estruturas capazes de impedir sua ação no futuro, quando o novo coronavírus tentar causar infecção.

Essa tecnologia já estava em estudo para produzir vacinas contra o vírus ebola e coronavírus que provocaram surtos em anos anteriores, como o SARS-CoV-1, o que explica a velocidade com que foi possível direcionar as pesquisas ao SARS-CoV-2. Projetos como o da americana Janssen e o da chinesa CanSino utilizam adenovírus humanos para transportar a proteína S para o corpo humano. 

O mesmo propõe o Instituto de Pesquisa de Epidemiologia e Microbiologia Gamaleya, da Rússia, com a diferença de utilizar dois tipos diferentes de adenovírus, um em cada dose da vacina. Caso seja comprovada e registrada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), a vacina russa deve ser produzida no Brasil pelo Grupo União Química.

Já a proposta britânica da farmacêutica AstraZeneca e da Universidade de Oxford usa um adenovírus de chimpanzé como vetor viral. Essa vacina encontra-se em fase de testes no Brasil, e o governo federal assinou um acordo de transferência de tecnologia para que a Fundação Oswaldo Cruz possa produzi-la.

"As vacinas são de adenovírus vivo, mas são não-replicantes. Eles retiram da estrutura do adenovírus as proteínas responsáveis por sua multiplicação. Esses adenovírus são vírus de resfriado", explica Kfouri, que acrescenta que os adenovírus foram escolhidos para transportar a proteína S porque provocam pouca resposta imunológica, permitindo que o corpo concentre sua reação na proteína do coronavírus.


Vacinas genéticas

Outra tecnologia em testes, nunca antes usada em imunização, é a das vacinas de RNA ou DNA, que inserem ácidos nucléicos do novo coronavírus no corpo humano. Até este momento, apenas vacinas que utilizam RNA chegaram à fase três de estudos clínicos, e seu funcionamento prevê que, ao entrar no organismo, o ácido nucléico do novo coronavírus fará com que as próprias células humanas produzam a proteína S, que, por sua vez, desencadeará a produção de defesas no organismo.

Caso a eficácia e segurança seja confirmada, essa tecnologia é considerada mais rápida para a produção em larga escala, já que a vacina utiliza RNA sintético, o que dispensa o cultivo do vírus em laboratório. Os estudos em fase 3 que buscam confirmar a eficácia e segurança de vacinas de RNA estão sob o comando da farmacêutica americana Moderna em parceria com o Instituto Nacional de Alergia e Doenças Infecciosas dos Estados Unidos, e do grupo de pesquisa que reúne a também americana Pfizer, a alemã Biontech e a chinesa Fosun Pharma.  

Kfouri explica que as pesquisas que utilizam vacinas de RNA também caminharam rápido por terem partido de estudos que já estavam em andamento para desenvolver vacinas contra outros coronavírus e o ebola. "Essa tecnologia tem um potencial de ser utilizada em muitas outras vacinas, por essa capacidade de rápida produção. Pode ser que, se der certo, a gente migre outras vacinas que a gente já usa hoje para essa plataforma".


Vacinas proteicas sub-unitárias

A quarta tecnologia que está em desenvolvimento e já chegou aos estudos de fase 3 é a das vacinas proteicas sub-unitárias, que propõem a injeção da proteína S e outras proteínas do novo coronavírus diretamente no corpo humano, sem o intermédio de vetores virais.

Entre as dez vacinas em estudos de fase três, a única desse tipo é a produzida pela farmacêutica americana Novavax.

"Elas levam pedacinhos do vírus, como a gente faz com a vacina da gripe e do HPV. A gente pega pedaços da proteína S, da proteína M, da proteína E, e faz vacinas com esses fragmentos do vírus, que também precisa ser cultivado e inativado, só que em vez do vírus inteiro, a vacina leva partículas virais, subunidades do vírus".


Por Agência Brasil


A cidade de Cordisburgo começou a elaboração de seu primeiro plano diretor, e a participação da população é fundamental.

No dia 19 de Novembro, quinta-feira, a partir das 18hrs, será realizada audiência pública para a discussão da Lei que norteará o município daqui para frente. O evento acontecerá no auditório do CAT e terá lotação máxima de 70 pessoas que deverão tomar todas as medidas preventivas ao coronavírus. Haverá também participação pela internet.

O Plano Diretor Participativo é uma Lei Municipal de ordenamento territorial e de desenvolvimento local que deve ser elaborada com a participação de todos os cidadãos e ser enviada para a Câmara Municipal para a aprovação dos vereadores. 

A participação de todos os cidadãos é necessária para que o Plano Diretor Participativo reflita os desejos e as necessidades dos cidadãos. 

Participe respondendo ao questionário virtual: http://bit.ly/questionariocordisburgo



Aconteceu nesta segunda-feira, 26, reunião ordinária da Câmara de Cordisburgo para a análise do veto do prefeito municipal aos projetos de aumento de prefeito, vice-prefeito, secretários e vereadores.

Antes das votações, o Sr. Dean solicitou a instalação de redutores de velocidade na Avenida Padre João, visto a alta velocidade que veículos, sobretudo motos e caminhões, estão despendendo no local, colocando em risco os moradores. Solicitou ainda que seja umas das vias que dão acesso a referida avenida, e que atualmente é mão dupla, seja definida como mão única, objetivando melhorar a segurança no local.

Em seguida, foi dado início à votação dos vetos do prefeito municipal com relação ao reajuste dos subsídios.

Relembrando o Caso

No dia 28 de Setembro, foram colocados em votação dois projetos de lei, de autoria da mesa diretora da Câmara, que reajusta os subsídios de prefeito, vice-prefeito, secretários e vereadores.

Ambos os projetos foram aprovados. Todos foram favoráveis aos aumentos de prefeito, vice e secretários, e os vereadores Edimar Araújo e Gilson Rodrigues votaram contra o aumento dos vereadores, tendo os restantes sido favoráveis. O vereador Paulo Eduardo não estava presente e a presidente Geralda Maria não votou.

Na sexta-feira, 02 de Outubro, o prefeito José Maurício Gomes vetou parcialmente ambos os projetos. Segundo o texto do veto, as propostas violam o art. 7º da Lei Complementar nº 173/2020, que declara que é nulo de pleno direto qualquer ato que resulte aumento de despesa com pessoal que preveja parcelas a serem implementadas em períodos posteriores ao final do mandato do titular do Poder.  Em seu veto, o prefeito informa que os projetos foram vetados por ilegalidade e inconstitucionalidade.

Análise Jurídica da Câmara

Em reunião nesta segunda, 26 de Outubro, os dois vetos foram colocados em votação.

O assessor jurídico da Câmara, Moura, relatou que não concorda com a afirmação de inconstitucionalidade do projeto, visto que a Constituição Federal em seu Art. 29, V,  dispõe que os "subsídios do Prefeito, do Vice-Prefeito e dos Secretários Municipais fixados por lei de iniciativa da Câmara Municipal, observado o que dispõem os arts. 37, XI, 39, § 4º, 150, II, 153, III, e 153, § 2º, I;"  e ainda que a Lei Complementar nº 173/2020 que "declara que é nulo de pleno direto qualquer ato que resulte aumento de despesa com pessoal que preveja parcelas a serem implementadas em períodos posteriores ao final do mandato do titular do Poder" não é justificável visto que os vetos foram feitos especificamente nos artigos que tratavam do novo subsídio, sendo mantidas férias e 13º salários.

Desta forma, segundo o assessor, a partir de 2022, prefeito, vice-prefeito, secretários e vereadores não teriam direito a nenhum tipo de remuneração, visto que esta foi removida do projeto de Lei, recomendo aos vereadores que derrubassem os vetos do prefeito.

Assim, os vereadores foram unânimes em derrubar o veto dos subsídios de prefeito, vice e secretários. O vereador Aldair Marques se absteve do voto. No caso do veto do subsídio dos vereadores, somente Edimar Araújo foi favorável ao mantimento do veto, sendo todos os demais favoráveis, exceto Aldair Marques que novamente absteve de votar.

Visão a Prefeitura

Segundo o assessor da Câmara, ao receber os vetos, entrou em contato com a assessoria jurídica da Prefeitura de Cordisburgo, para dispor sobre a discordância jurídica.

A assessoria informou que não haveria de se dizer que prefeito, vice, secretários e vereadores ficariam sem seus respectivos subsídios, visto que a Constituição do Estado de Minas Gerais dispões em seu Art. 179 que "A remuneração do Prefeito, do Vice-Prefeito e do Vereador será fixada, em cada legislatura, para a subsequente, pela Câmara Municipal. Parágrafo único – Na hipótese de a Câmara Municipal deixar de exercer a competência de que trata este artigo, ficarão mantidos, na legislatura subsequente, os critérios de remuneração vigentes em dezembro do último exercício da legislatura anterior, admitida apenas a atualização dos valores.

A interpretação da Câmara é de que o artigo não se aplica, pois os vereadores não deixaram de exercer sua competência, mas que exerceram e este foi vetado pelo Executivo.

Assim, há uma divergência de entendimento entre Prefeitura e Câmara. O Executivo entende que o veto manteria a remuneração atual, sem alterações, e o Legislativo entende que a partir de 2022, não deveriam haver quaisquer tipos de remunerações com relação aos subsídios votados, em caso de aprovação do veto.

Palavra dos Vereadores

O vereador Paulo Eduardo mostrou-se bastante revoltado, dizendo o fato ser uma manobra do prefeito e que o fato era uma "bomba" nas mãos dos vereadores, relatando ter derrubado o veto por ser tratar de algo "ilegal".

O vereador Ney Geraldo disse não entender que isso se tratava de uma manobra, e que tinha se reunido com o prefeito que demonstrou que as atitudes foram tomadas com respaldo da assessoria jurídica, e que ele poderia ter sido induzido ao erro por parte deles.

O vereador Gilson Rodrigues também se mostrou irritado com o fato.

Por fim, os vereadores Ney e Péricles elogiaram a postura da vereadora Geralda Maria nos últimos dois anos em que presidiu a casa, deixando livre o voto de todos os colegas, e conduzindo as reuniões com muita competência.

A vereadora Geralda Maria agradeceu os elogios e disse poder trabalhar bem por ter bons colegas ao seu lado, encerrando assim a reunião.

Com a derrubada dos vetos, a partir de 2022, o salário do prefeito passará de R$ 9.000,00 para R$ 11.000,00; do vice-prefeito de R$ 4.528,37 para R$ 5.700,00; dos secretários de R$ 2.717,00 para R$ 3.500,00; e dos vereadores de R$ 2.773,04 para R$ 3.500,00


Acompanhe o vídeo completo da reunião abaixo:


Eu ajudo a mudar é mais uma importante iniciativa de mobilização social realizada pela Legião da Boa Vontade (LBV) em todo o país. O foco da campanha é a conscientização, por isso, a edição deste ano traz como recorte “hábitos saudáveis em tempos de pandemia”, ao apresentar dicas como higienização das mãos com água e sabão; uso de álcool em gel 70% e de máscara; distanciamento social; atividades remotas para crianças, adolescentes e jovens; cuidado com as pessoas idosas; o uso consciente da água; e ainda o incentivo à leitura e à prática de atividade física visando a boa saúde mental de todos.

Ao conscientizar as pessoas, a campanha também chama a atenção para as ações de Solidariedade realizadas pela Legião da Boa Vontade em prol das famílias em situação de vulnerabilidade social e em risco alimentar, as quais enfrentam enormes desafios por conta da crise causada pela Covid-19. Nesse sentido, a iniciativa traz como mensagem: “A Solidariedade não pode parar” e também convida todos a doar cestas de alimentos e kits de limpeza e de higiene ou qualquer valor para que a LBV continue socorrendo as famílias. Toda ajuda é muito bem-vinda! Acesse o site www.lbv.org e doe!


Balanço das doações

Mesmo com as atividades realizadas em grupo temporariamente suspensas, o trabalho da Legião da Boa Vontade não parou. Pelo contrário, a Instituição intensificou todas as suas ações humanitárias para socorrer famílias atendidas em seus programas socioeducacionais e também famílias amparadas por organizações parceiras. As ações da LBV têm garantido cestas de alimentos e kits de limpeza e de higiene, itens essenciais à sobrevivência nesse período de pandemia. A Instituição já entregou mais de um milhão e oitenta mil quilos de doações, impactando milhares de pessoas em todo o país.

Vale ressaltar que a maioria das famílias atendidas é chefiada por mulheres que vivem em comunidades indígenas, quilombolas, em palafitas, em cortiços e nas periferias de cidades em todo o país e sofrem os impactos da crise causada pelo novo coronavírus. A Solidariedade é o que alimenta essas famílias para que não fiquem desamparadas e se protejam do vírus.

Confira todas as ações realizadas pela Legião da Boa Vontade no endereço @LBVBrasil no Instagram, no Facebook e no YouTube.



Um dos setores mais atingidos pela pandemia do novo coronavírus foi o cultural. Aos poucos, artistas, produtores e instituições começam a retomar as atividades, mas, claro seguindo todos os protocolos.
 
Depois da Prefeitura de Belo Horizonte ter autorizado a reabertura de museus, galerias de arte, teatros e cinemas, agora chegou a vez do governo do Estado também reabrir seus espaços culturais. 
 
A Secretaria de Estado de Cultura e Turismo MG  (Secult) anunciou nesta quinta (22), a reabertura de seus equipamentos em várias cidades.

Com a entrada de municípios mineiros nas ondas amarela e verde do Plano Minas Consciente, museus, galerias, salas de espetáculo e teatros geridos pelo órgão e a ele vinculados já têm data para a reabertura de suas portas ao público: 3 de novembro, uma terça-feira. Dentre os espaços que vão reabrir estão Museu Mineiro, Centro de Arte Popular, Museu dos Militares Mineiros, Palácio das Artes, CâmeraSete (todos em BH), Museu Casa Guimarães Rosa (Cordisburgo), Museu Guignard (Ouro Preto), Museu Casa Alphonsus de Guimaraens (Mariana).

De acordo com um comunicado divulgado pela assessoria de imprensa da Secretaria, um rígido protocolo de segurança está sendo implantando para garantir o retorno seguro das atividades presenciais, que estavam suspensas há cerca de sete meses.
 
As medidas de saúde e segurança para a reabertura estão sendo estabelecidas de acordo com as características específicas de cada espaço. Os equipamentos sob gestão de parceiros, como alguns espaços do Circuito Liberdade, em Belo Horizonte, por exemplo, têm autonomia sobre o retorno do atendimento presencial e isso está sendo avaliado caso a caso. 
 
Ainda segundo a assessoria da Secult, no interior, os museus sob administração estadual são Casa Alphonsus de Guimaraens (em Mariana), Casa Guignard (em Ouro Preto) e Casa Guimarães Rosa (em Cordisburgo). A reabertura de cada um deles depende do avanço das ondas do programa Minas Consciente e também da liberação das prefeituras, mas, por enquanto, está prevista para o dia 3 de novembro nas três cidades.
 
Já a Biblioteca Estadual e o Arquivo Público Mineiro ainda não estão autorizados a reabrir por parte de decreto municipal.
 
O secretário de Estado de Cultura e Turismo de Minas Gerais, Leônidas Oliveira,  ressaltou neste comunicado, que, durante os meses de paralisação das atrações presenciais, foram feitas adequações na programação dos espaços culturais sob gestão do Estado, para garantir a oferta de atividades virtuais e diversificadas para o público.

Protocolos de funcionamento

Além da abertura com até 50% da capacidade do atrativo, os espaços da Secult irão estabelecer a ocupação das áreas com distanciamento de 2 metros entre as pessoas. Haverá avaliação a cada 21 dias para ampliação do limite de participantes das atividades. 
 
Os protocolos possuem especificidades dependendo do tipo de local, assim, para a ocupação em teatros e espaços de espetáculos haverá marcação de assentos; já para museus haverá limitação de um visitante a cada 5m², agendamento prévio, além da habitual obrigatoriedade do uso de máscara e da utilização de álcool em gel.
 
Como forma de alcançar um público mais amplo, as atividades e ações virtuais devem continuar nestes espaços, ou seja, haverá uma programação híbrida, parte presencial, parte on-line.
 
Mais informações sobre os protocolos e agendamento de visitas acesse: secult.mg.gov.br .


Por O Tempo


O Portal Cordis Notícias convidou os três candidatos à Prefeitura de Cordisburgo para gravarem entrevistas e participarem de um debate.

As entrevistas, com foco nos planos de governo e nas propostas sobre as políticas pública da comunidade, deverão ser gravadas nos respectivos comitês eleitorais, no período de 23 a 30 de Outubro, sendo veiculada na primeira semana de Novembro. As perguntas serão as mesmas para todos e serão encaminhadas antecipadamente para preparação. O tempo de participação será uniforme. Nenhum candidato terá acesso ao vídeo do concorrente.

O debate está marcado para o dia 09 de Novembro, a partir das 19h, com transmissão ao vivo pelas redes sociais do Cordis Notícias.

Os ofícios com os convites foram entregues nesta terça-feira, 20 de Outubro, nos comitês de cada candidato.

Aguardamos agora, a resposta formal de cada coligação para agendamento das entrevistas e confirmação de participação no debate.

Acordo entre o Fundo Russo de Investimento Direto (RDIF) e a farmacêutica União Química pode permitir que a empresa produza no Brasil, ainda este ano, a vacina contra covid-19 desenvolvida na Rússia. Em entrevista coletiva de imprensa, o diretor executivo do fundo russo, Kirill Dmitriev, destacou que o processo de transferência de tecnologia já começou e, apesar de costumar durar até seis meses, deve ser acelerado devido à pandemia. 

A produção da vacina russa também deve ocorrer na Coréia do Sul, na China e na Índia, país em que os lotes também devem começar a ficar prontos neste ano. Sobre a América Latina, Dmitriev afirmou que o Brasil é um parceiro confiável e com um mercado importante e antecipou que novos acordos devem ser anunciados com o Peru e a Argentina. O executivo afirmou que os países devem buscar construir um portfólio próprio com mais de uma opção de vacina e defendeu que a tecnologia utilizada pelos russos esteja entre elas.

A vacina russa contra a covid-19 é chamada de Sputnik V e está em desenvolvimento pelo Instituto de Pesquisa de Epidemiologia e Microbiologia Gamaleya. A vacina utiliza a tecnologia de vetor viral, em que outro tipo de vírus é modificado e utilizado para transportar informações genéticas do novo coronavírus. Também funcionam dessa forma as vacinas da AstraZeneca/Oxford, da Johnson & Johnson e da Cansino. 

A Sputnik V, entretanto, é a única entre elas a usar dois tipos diferentes de adenovírus humano como vetores virais, um em cada uma das duas doses previstas. As demais vacinas desse tipo utilizam apenas um tipo de adenovírus, humano ou de chimpanzé, para carregar informações genéticas do novo coronavírus e desencadear a resposta imunológica do organismo. 

Durante a entrevista coletiva, o pesquisador Denis Logunov explicou que a estratégia de usar dois adenovírus diferentes busca produzir uma imunidade mais duradoura. Logunov também afirmou que os testes clínicos na Rússia não precisaram ser interrompidos até o momento por qualquer ocorrência de efeitos adversos graves, e foram registrados apenas sintomas leves, como febre ou dor no local da aplicação.


Por Rede Tv / Msn / Mega Cidade


O Cordis Notícias lança um site e um aplicativo sobre as eleições municipais em Cordisburgo.

A plataforma trás informações sobre cada candidato na cidade em 2020, como nome, partido, estado civil, formação, bens declarados e o histórico da situação nas outras eleições que participou. No caso dos candidatos a prefeito, também são apresentados os planos de governo.

Os que desejarem consultar todas as informações sobre as eleições anteriores, tem à disposição os dados dos pleitos de 1996, 2000, 2004, 2008, 2012 e 2016.

A plataforma "Eleições Cordisburgo" está disponível para computadores NESTE LINK e através de aplicativo para dispositivos Android que pode ser baixado CLICANDO AQUI.



O assassinato de Hamilton Dias de Moura, vereador de Funilândia, à luz do dia, em uma área movimentada da região Oeste de Belo Horizonte, teria sido meticulosamente arquitetado pelo vereador de Belo Horizonte Ronaldo Batista e outros dois líderes sindicais do setor de transporte. Essa foi a conclusão divulgada pela Polícia Civil, nesta sexta-feira (16). 

Nesta quinta-feira (15), a Polícia Civil cumpriu 11 mandados de prisão contra suspeitos de participação no assassinato de Hamilton, que além de vereador, era presidente de Sindicato dos Motoristas e Empregados em Empresas de Transportes de Cargas, Logística em Transporte e Diferenciados de Belo Horizonte e Região (Simeclodif). Na lista estão o parlamentar de BH, um policial militar e um ex-policial penal. Um dirigente sindical segue foragido. 

Com a quebra do sigilo judicial do caso, a Polícia Civil detalhou o plano e a motivação para o assassinato. De acordo com o delegado Domênico Rocha, havia uma rivalidade com a vítima com relação ao sindicato dos transportadores da região metropolitana. Hamilton entregou documentos para o Ministério Público do Trabalho, que provariam má gestão dos recursos sindicais, o que levou ao bloqueio de bens de Ronaldo Batista. O vereador da capital teria, assim, decido se vingar do rival. 

No cumprimento de mandados de busca e apreensão em endereços dos suspeitos, a polícia encontrou R$ 40 mil. De acordo com o delegado, acredita-se que ao menos R$ 10 mil desse montante seria usado para pagar os executores do crime. 


O plano

Ao verificar o celular de Hamilton, a polícia descobriu que a vítima havia sido atraída para uma emboscada na avenida Amazonas, onde foi assassinada com 12 tiros, ao meio-dia, perto de uma área movimentada. O esquema foi montado a partir de um perfil falso de WhatsApp - com o nome de Vanessa -, possivelmente criado pelos suspeitos para seduzir a vítima.

A conversa entre vítima e o perfil falso teve início com a negociação de um lote. Depois, houve o relatado de uma traição do companheiro, dando margem para uma conversa mais íntima. “Passou-se a imagem de uma mulher fragilizada para haver um jogo de sedução”, disse o delegado. As investigações mostraram que o telefone havia sido habilitado em cinco celulares diferentes e o dono da linha morava em outro estado.

A premeditação do crime também se revelou pelo silenciador usado pelos autores ao efetuar os disparos. Como as pessoas que estavam no ponto de ônibus próximo não ouviram os disparos, os policiais verificaram que a arma havia sido alterada. A polícia também verificou que o Fiat Palio usado no crime era clonado. O carro e a arma utilizada foram localizados na casa do ex-policial penal, apontado como autor dos disparos. 

No decorrer das investigações, um suspeito aceitou fazer uma colaboração premiada e apontou o vereador Ronaldo Batista como o mandante. Ele teria dito ainda que, após o bloqueio de bens, o político pediu celeridade na execução do plano.

De acordo com o delegado Rocha, os 12 investigados tiveram algum tipo de participação no crime ou na obstrução das investigações. Um dos suspeitos teria confeccionado um boletim de ocorrência falso para desviar as atenções dos investigadores. “Um deles era responsável pelo monitoramento da vítima”, adiantou.

O plano para matar o vereador de Funilândia teria sido tão elaborado, conforme a denúncia apresentada pelo Ministério Público à Justiça, que o juiz Marcelo Rodrigues Fioravante chegou a comparar a trama com roteiros cinematográficos.  

A reportagem entrou em contato com o advogado de Ronaldo Batista, mas ainda não obteve resposta. A Câmara Municipal de BH disse que o processo não tem correlação com o mandato do vereador e, por isso, não vai se manifestar.


Por Hoje Em Dia
Foto de 
Lucas Prates

Começou hoje (5) a Campanha Nacional de Vacinação contra a Poliomielite para crianças de até 5 anos. A mobilização vai até o dia 30 de outubro em postos de saúde de todo o país. Os órgãos de saúde alertam que a população deve procurar o serviço mesmo com a pandemia de covid-19, pois a vacina é de extrema importância para manter as crianças imunes à doença. No sábado (17), a vacinação será reforçada com o dia de mobilização nacional.

Também a partir desta segunda-feira, inicia-se a campanha nacional de multivacinação. Crianças e adolescentes menores de 15 anos, não vacinados ou com esquemas incompletos de qualquer vacina, devem comparecer às unidades de saúde para atualizar a caderneta de vacinação.

No público-alvo da campanha contra a poliomielite estão crianças menores de 5 anos de idade, com estratégias diferenciadas para crianças com até 1 ano incompleto e para aquelas na faixa etária de 1 a 4 anos. A depender do esquema vacinal registrado na caderneta, a criança poderá receber a Vacina Oral Poliomielite (VOP), como dose de reforço ou dose extra, ou a Vacina Inativada Poliomielite (VIP), como dose de rotina.

A estimativa do Ministério da Saúde é que haja no país 11,2 milhões de crianças nessa faixa etária. A meta é imunizar 95% desse público.


Doença

A poliomielite, também chamada de pólio ou paralisia infantil, é uma doença contagiosa aguda causada pelo poliovírus, que pode infectar crianças e adultos e, em casos graves, pode levar a paralisias musculares, em geral nos membros inferiores, ou até mesmo à morte. A vacinação é a única forma de prevenção.

A falta de saneamento, as más condições habitacionais e a higiene pessoal precária são fatores que favorecem a transmissão do poliovírus, por meio do contato direto com fezes ou com secreções eliminadas pela boca das pessoas doentes.

Não existe tratamento específico para a poliomielite, todas as pessoas contaminadas devem ser hospitalizadas, recebendo tratamento dos sintomas de acordo com o quadro clínico. Entre os sintomas mais frequentes estão febre, dor de cabeça e no corpo, vômitos, espasmos e rigidez na nuca. Na forma paralítica ocorre a súbita deficiência motora, acompanhada de febre, flacidez e assimetria muscular e persistência de paralisia residual (sequela) após 60 dias do início da doença.

As sequelas são tratadas por meio de fisioterapia e de exercícios que ajudam a desenvolver a força dos músculos afetados. Além disso, pode ser indicado o uso de medicamentos para aliviar as dores musculares e das articulações.

Desde 2016, o esquema vacinal contra a poliomielite passou a ser de três doses da vacina injetável (VIP, aos 2, 4 e 6 meses) e mais as doses de reforço com a vacina oral bivalente (VOP, gotinha). A medida está de acordo com a orientação da Organização Mundial da Saúde e faz parte do processo de erradicação mundial da pólio. Essa vacinação propicia imunidade individual e aumenta a imunidade de grupo na população em geral.

No Brasil, o último caso de infecção pelo poliovírus selvagem ocorreu em 1989, na cidade de Souza, na Paraíba. Em 1994, o país recebeu da Organização Pan-Americana da Saúde (Opas) a certificação de área livre de circulação do vírus. No cenário internacional, hoje, existem dois países endêmicos para a doença: o Paquistão e Afeganistão.


Covid-19

O Ministério da Saúde orientou a rede pública a adotar medidas de prevenção contra a covid-19, para garantir a segurança das pessoas que comparecerem aos postos.

Entre as orientações para as unidades de saúde estão garantir a administração das vacinas em locais abertos e ventilados; disponibilizar local para lavagem das mãos ou álcool em gel; orientar que somente um familiar acompanhe a pessoa a ser vacinada e realizar a triagem de pessoas com sintomas respiratórios antes da entrada na sala de vacinação.

De acordo com o ministério, até o momento não há contraindicação médica para vacinar pessoas com infecção pelo novo coronavírus. Caso alguma pessoa com covid-19, suspeita ou confirmada, esteja hospitalizada ou em unidade de saúde com sala de vacina, ela deve receber as doses de acordo com o calendário nacional de vacinação.

A campanha nacional também visa a conscientizar a população sobre a importância da vacinação para a proteção contra diversas doenças, no âmbito do Movimento Vacina Brasil, lançado no ano passado com o objetivo de combater as fake news e aumentar a cobertura vacinal da população.


Por Agência Brasil


Novo sistema de pagamentos e transferências instantâneas, gratuito para pessoas físicas, o Pix vai funcionar de forma parecida com as transferências DOC e TED. A vantagem é que permitirá um acesso mais simples do que os serviços que existem até agora.

Outra diferença fundamental é que o dinheiro passa do pagador ao recebedor de forma praticamente imediata. O sistema não tem restrições, podendo ser acessado a qualquer hora ou dia da semana.


Instantâneo

As transações feitas pelo sistema serão compensadas instantaneamente. Apenas nos casos em que houver suspeita de fraude, os pagamentos ou transferências podem demorar até 30 minutos para serem verificados. As transações podem ser feitas pelos aplicativos de bancos e de pagamentos para telefone celular ou pelo internet banking em computadores.


Chaves

O Pix também ganha velocidade porque não é necessário informar todos os dados do beneficiário. Os usuários do serviço podem cadastrar de uma até cinco chaves associadas a uma conta bancária. Com a chave é possível localizar o destinatário do pagamento sem outros dados de identificação.

Poderão ser usados como chave o CPF, o CNPJ, o número do celular, o endereço de correio eletrônico (e-mail) ou um código de 32 dígitos gerado especificamente para o Pix (EVP). Basta informar a chave do beneficiário para que o sistema localize o recebedor do pagamento e realize a transação. No caso de não ter uma chave, o usuário precisará repassar os dados bancários ao outro envolvido na transação.

O código EVP permite receber pagamentos sem informar nenhum dado pessoal, sendo um código com letras e números criado especificamente para as transações por meio do Pix. O código aleatório vai possibilitar ainda a geração de códigos de barra do tipo QR Code, que podem ser lidos por câmera de celular para fazer pagamentos. Os códigos podem ser fixos, com um mesmo valor de venda (em locais de preço único), ou variáveis, criados para cada venda.


Quem pode oferecer

Os usuários podem cadastrar as chaves fazendo contato com as instituições com as quais têm relacionamento. Estão aptos a fazer transações pelo Pix bancos, instituições financeiras e plataformas de pagamento.


Limites

Os valores que poderão ser transacionados pelo novo sistema vão variar de acordo com o perfil de cada cliente, do mesmo modo que com outros serviços bancários. Os limites variam de no mínimo, segundo a regulamentação do Banco Central, 50% do valor das transferências tipo TED até o valor autorizado para compras em débito.

Os limites vão variar de acordo com o dia da semana e o horário em que for utilizado o serviço. O Pix vai funcionar 24 horas por dia, sete dias por semana. As transferências e pagamentos também podem ser agendadas, da mesma forma que ocorre com o DOC e a TED.


Tarifas

O Pix é gratuito para transferências ou recebimento por pessoas físicas. Poderão ser cobradas tarifas caso o sistema seja usado como meio de recebimento para vendas de produtos ou serviços. As instituições podem ainda tarifar o uso presencial ou por telefone do sistema.

As instituições são livres para tarifar os usuários pessoas jurídicas (empresas).


Início

O sistema vai entrar em operação, em fase experimental, a partir do dia 3 de novembro. Nessa etapa, vai funcionar apenas para um número reduzido de clientes e em horário limitado. Ainda não foram definidos os critérios que vão determinar como serão escolhidos os usuários nessa fase experimental.

O sistema será aberto para toda a população a partir de 16 de novembro.


Por Agência Brasil


Uma Igreja Evangélica foi pichada na madrugada desta segunda-feira (12), na Rua Antônio Beraldo Carvalho em Cordisburgo.

Segundo informações, a responsável pela Igreja “Ministério Sol da Justiça”, teria relatado que tomou conhecimento do pichação com a exclamação “Deus é Gay!”, mas que não sabe dizer quem é o autor.

A ocorrência foi registrada pela polícia.


Com Mega Cidade

Durante operação batida policial, os militares de Cordisburgo foram informados que um cidadão, já preso anteriormente por tráfico, teria ido a Sete Lagoas buscar drogas.

Foi realizada uma operação policial e o autor foi abordado retornando a cidade de Cordisburgo e com foram apreendidas 01 pessoa, além de 06 porções de maconha, 04 pinos de cocaína e 01 veículo. Mais duas pessoas foram conduzidas, entretanto estariam somente dando carona ao indivíduo.

A ocorrência foi acompanhada por Cb Diniz, Cb Thiago, Sd Paiva, Sgt Melo, Sd Brayhtiner, Cb João Batista e Sd Gabriel.


Com informações de Polícia Militar

Um trabalho de propagação de mudas de capim está obtendo bons resultados, com a geração de renda para agricultores familiares e a melhoria da alimentação do rebanho bovino, na região Central de Minas Gerais. Tudo começou há quatro anos, quando o técnico da Emater-MG, empresa vinculada à Secretaria de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa), em Cordisburgo, Ronaldo Teixeira da Rocha, participou de um treinamento na Embrapa Gado de Leite, em Coronel Pacheco.

Na ocasião, ele conheceu uma nova cultivar de capim elefante, a BRS Capiaçu, desenvolvida no centro de pesquisa. Como na região onde trabalha tem um grande número de agricultores familiares que investem na pecuária, principalmente a leiteira, o técnico da Emater-MG recebeu, como doação dos pesquisadores, alguns feixes de muda do capim para que os produtores fizessem a multiplicação em canteiros.

“Em Cordisburgo, a propagação começou com três produtores. Cada produtor que recebia gratuitamente as mudas para propagação se comprometia a fazer uma doação de mudas para outros pecuaristas da região”, explica o técnico da Emater-MG.

Hoje são cerca de 110 produtores, em 14 municípios da região, que plantam a cultivar. A área estimada com capineiras da Capiaçu passa de 70 hectares. De acordo com a Embrapa, o capim proporciona alta produção de forragem para o gado, na forma de silagem ou picado verde. Ele tem porte alto, acima de quatro metros, e se destaca pelo valor nutritivo.

“Ele tem um percentual de proteína maior e a produtividade mais elevada em relação a outros capins elefantes, com a presença de massa verde por um período maior”, detalha Rocha.


Silagem

O produtor rural Alex Dias Santos começou a fazer mudas e formar capineiras com o Capiaçu há dois anos. O rebanho de 64 cabeças é alimentado com silagem no período da seca. Para o ano que vem, ele planeja formar uma quantidade suficiente para fornecer silagem aos animais durante todo o ano.

Além do capim para silagem, ele também tem um canteiro para comercialização de mudas. As vendas complementam a renda obtida com a pecuária leiteira. Nos últimos dois anos, o produtor conta que vendeu mais de 70 toneladas de muda. E, até o final deste ano, já tem mais quatro encomendas de produtores interessados.

“Está sendo maravilhoso. Tem muita encomenda. A qualidade do capim é muito boa. Faço muda e também planto capim para o gado. Comecei com um hectare de capineira. Depois passei para seis hectares. Mas vou aumentar ainda mais a área para ter capim suficiente para alimentar os animais o ano todo com silagem”, finaliza Santos.


Fonte: Sec. de Agricultura de MG

Alunos da rede estadual de ensino não vão mais retornar às aulas no dia 19 de outubro, como estabelecido pelo Estado. Em liminar divulgada nesta terça-feira (6), o Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) decidiu pela suspensão temporária do retorno às atividades presenciais até que todas as medidas previstas no protocolo sanitário da Secretaria de Estado da Saúde (SES-MG) sejam implementadas. A determinação atende a um pedido do Sindicato Único dos Trabalhadores em Educação de Minas Gerais (Sind-UTE/MG).

A decisão determina que o governo deve garantir o fornecimento de máscaras e equipamentos de proteção individual para servidores e de máscaras para os alunos e a aplicação de um questionário diário sobre sintomas da Covid-19 a estudantes e funcionários, na entrada das escolas. Os gestores escolares devem assinar uma declaração atestando o cumprimento integral das determinações e publicá-las nas respectivas unidades.

Autor da decisão, o desembargador-relator Pedro Carlos Bitencourt Marcondes lembra que ainda não há vacinas ou medicamentos eficazes para o combate à Covid-19 e cita uma nota técnica da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) que aponta que, mesmo em lugares onde há estabilização de indicadores referentes à pandemia, o retorno às aulas é delicado.

À Justiça, o Sind-UTE/MG argumentou que o Estado não está cumprindo os protocolos sanitários para garantir a segurança necessária ao retorno de funcionários da educação às suas atividades presenciais. De acordo com a entidade, esta seria a razão para não ter ocorrido até agora convocação de servidores para retorno às escolas. Outro argumento lembrado pela organização e reforçado pelo próprio desembargador refere-se à determinação do Minas Consciente de que apenas estariam liberadas as escolas contidas em municípios na onda verde do programa de retomada.

O desembargador considera que a retomada das aulas poderia causar "sérios riscos à vida e saúde dos profissionais, alunos e de suas respectivas famílias". Segundo Marcondes, apesar de dados da SES-MG apontarem para uma provável estabilização da pandemia de Covid-19 no Estado, "os números de casos de contaminações e óbitos continuam a crescer a cada dia".

Ele também citou estudos que indicam uma associação entre a infecção pelo novo coronavírus e o quadro de síndrome inflamatória multissistêmica pediátrica (SIM-P), que pode acometer órgãos de crianças e adolescentes.

Por fim, o magistrado pondera que a proximidade do final do ano civil leva a "questionamentos acerca da eficácia da decisão da administração em retomar as aulas presenciais nesse momento", uma vez que, atualmente, apenas quatro macrorregiões de saúde do Estado estão na onda verde do Minas Consciente. "O retorno dos alunos não ocorrerá de forma igualitária, o que poderá gerar impacto negativo do ponto de vista pedagógico", escreve Marcondes.

A coordenadora-geral do Sind-UTE/MG, Denise Romano, comemorou a decisão como uma vitória importante para a categoria. Segundo ela, não há segurança sanitária para o retorno das atividades presenciais, principalmente por causa da falta de infraestrutura nas escolas. "Nós temos 1.114 escolas estaduais onde o banheiro é compartilhado entre professores e alunos, 940 não possuem refeitório, outras possuem problemas graves de ventilação. Nosso pedido foi em nome da preservação da vida das pessoas, da categoria e da comunidade escolar onde as escolas estaduais estão inseridas", afirma.

De acordo com Denise, nesses quase sete meses de suspensão das atividades presenciais nas escolas, as unidades não foram adaptadas para a reabertura com os cuidados necessários. "Se nos últimos sete meses não houve modificação de infraestrutura, como essa adaptação para receber os alunos presencialmente seria feita em duas semanas?", questiona.


Estado ainda não foi notificado

A Secretaria de Estado de Educação de Minas Gerais (SEE-MG) informou, na tarde desta terça-feira (6), que ainda não tinha sido notificada oficialmente sobre a decisão liminar da Justiça.

Segundo a pasta, as recomendações contidas no protocolo sanitário criado pela SES-MG "serão obrigatoriamente aplicadas" na rede pública estadual. A SEE-MG destacou, ainda, que, antes do retorno presencial dos estudantes, um checklist está sendo aplicado nas escolas para garantir a disponibilidade de álcool, sabonete líquido, máscaras e equipamentos de proteção individual para funcionários, assim como a organização das escalas. As listas serão assinadas pelos diretores das unidades e validadas pelos inspetores escolares do Estado até o dia 9 de outubro.

O protocolo sanitário prevê, entre outras medidas, distanciamento de 1,5 metro entre as carteiras nas salas de aula, uso obrigatório de máscaras em todo o período de permanência na escolas, reforço da higienização em todos os ambientes escolares, aferição de temperatura na entrada e disponibilidade de sabonete líquido, papel toalha e lixeira de pedal nos banheiros.

O plano do Estado é que as atividades presenciais sejam retomadas de forma gradual, inicialmente apenas para alunos do terceiro ano do ensino médio. A cada 14 dias, a inclusão de novos anos escolares será avaliada.

O retorno só é autorizado em municípios inseridos na onda verde que aprovarem a medida, e a presença dos alunos não é obrigatória. A decisão cabe às famílias.


Por O Tempo

Pelo menos 200 ocorrências de incêndio foram recebidas pelo Corpo de Bombeiros, em Minas Gerais. As queimadas, associadas à baixa umidade do ar e à falta de nuvens, são responsáveis por um fenômeno que pôde ser visto no céu: o sol ficou vermelho intenso ao se pôr, neste domingo (4).

Segundo Claudemir, não há previsão de chuvas pelo menos na primeira quinzena de outubro. A temperatura, que chegou a 33,1ºC neste domingo deve se elevar ainda mais, atingindo 36ºC na próxima terça-feira (6), o que pode deixar a umidade em níveis críticos. Neste domingo, a umidade do ar estava em 31%, mas na véspera, chegou a 19%.


Incêndios pelo estado

O Corpo de Bombeiros atendeu 142 chamados no interior do estado. Vinte e seis estão em fase de finalização.

No Parque Nacional da Serra do Cipó, na Região Central de Minas, o incêndio já dura sete dias. Os bombeiros começaram a atuar na região na última segunda-feira (26). Cerca de 130 pessoas, entre bombeiros, brigadistas e voluntários, combatem as chamas em quatro frentes específicas.

A maior delas fica na Serra de Confins, onde militares precisam atuar para que os focos apagados não tenham nova ignição. As aeronaves do Corpo de Bombeiros continua atuando na região.

Um incêndio também atinge a vegetação do Parque Estadual do Itacolomi, em Ouro Preto, na Região Central de Minas Gerais. As chamas, segundo os bombeiros, começaram neste sábado (3).


Por G1

Cachorros se refrescam na Praça da Liberdade (Foto: Uarlen Valério) 

A sensação do belo-horizontino de nunca ter sentido tanto calor como o que está fazendo neste sábado (3) retrata uma realidade. É que a capital mineira bateu um recorde histórico, registrando o dia mais quente da história da cidade desde que começaram as medições, em 1910. O termômetro chegou a 37,8ºC, e o clima ficou digno de deserto com a umidade relativa do ar em 12% - abaixo de 20% é considerado estado de alerta. As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet). 

A temperatura mais alta na capital mineira até então tinha sido em outubro de 2015, quando os termômetros chegaram 37,4ºC. Para este sábado, o recorde já era esperado: com expectativa de que os termômetros chegassem a 38ºC. 


Sem trégua

E durante a semana, mais calor na capital. Para domingo (4), a expectativa é de temperatura em torno de 33ºC, e os termômetros devem continuar subindo nos dias seguintes, chegando de novo aos 37ºC. Além dos termômetros em alta, o clima vai permanecer seco, com a umidade relativa do ar abaixo de 20%. 

Com o clima tão quente, os moradores da capital lutam para se refrescar de todas as formas. O funcionário público Marcos de Alvarenga se refresca com muita água, chá gelado e umidificador. Para seus cachorros, Gandhi e Mavi, a estratégia é banho

 "Eu saio sempre com eles. Sempre que posso, jogo água", conta Alvarenga, que fez uma parada na praça da Liberdade para refrescar os pets. 

Já a arquiteta Giovanna Fainblat tem recorrido ao clube. "Assim que reabriu eu voltei a frequentar. Fui até no meio da semana e tem ficado cheio", conta Giovanna, que também fez uma pausa no passeio na praça da Liberdade para seu cachorro beber água.

O refresco só deve vir em meados de outubro, a partir do dia 11, quando haverá mudanças na circulação dos ventos sobre a América do Sul fazendo com que cheguem frentes frias ao interior do Brasil, trazendo chuvas para Minas.


Confira as maiores temperaturas registradas na estação convencional de BH:

22/10/2015 37,4ºC

31/10/2012 37,1ºC

17/10/2015 37,1ºC

19/10/1987 36,9ºC

16/10/2015 36,9ºC

25/09/2015 36,6ºC

17/10/2007 36,2ºC

19/10/2014 36,2ºC

21/10/2015 36,2ºC


Por O Tempo


A Prefeitura de Cordisburgo encaminhou nesta sexta-feira, 02 de Outubro, para a Câmara Municipal, dois vetos aos projetos de lei aprovados pelos vereadores em reunião ordinária da última segunda-feira, 28.

O Prefeito Municipal, José Maurício Gomes, vetou os dois projetos que tratavam dos reajustes salariais para Prefeito, Vice-Prefeito, Secretários e Vereadores. Em seu veto, o prefeito informa que os projetos foram vetados por ilegalidade e inconstitucionalidade.

Segundo o texto, a proposta viola o art. 7º da Lei Complementar nº 173/2020, que declara que é nulo de pleno direto qualquer ato que resulte aumento de despesa com pessoal que preveja parcelas a serem implementadas em períodos posteriores ao final do mandato do titular do Poder.

Caso o projeto fosse aprovado, o salário do prefeito passaria de R$ 9.000,00 para R$ 11.000,00; do vice-prefeito de R$ 4.528,37 para R$ 5.700,00; dos secretários de R$ 2.717,00 para R$ 3.500,00; e dos vereadores de R$ 2.773,04 para R$ 3.500,00.


CLIQUE AQUI PARA ACESSAR O VETO 001/2020

CLIQUE AQUI PARA ACESSAR O VETO 002/2020


Em 1° de outubro, é comemorado o Dia do(a) Vereador(a), e no período de Eleições é inegável a pergunta: "O que faz um Vereador?".

Muitas pessoas ainda confundem as funções dos vereadores com a dos prefeitos. Nestas eleições, fique atento(a) às atribuições dos parlamentares para poder acompanhar as ações do seu representante.

Ao vereador cabe elaborar as leis municipais e fiscalizar a atuação do Executivo – no caso, o prefeito. São os vereadores que propõem, discutem e aprovam as leis aplicadas no município, entre elas, a Lei Orçamentária Anual, que define em que deverão ser aplicados os recursos provenientes dos impostos pagos pelos cidadãos. Também é dever do vereador acompanhar as ações do Executivo, verificando se estão sendo cumpridas as metas de governo e atendidas as normas legais.

A Constituição Federal e as leis orgânicas municipais estabelecem tudo o que o vereador pode e não pode fazer durante o mandato. Para acompanhar se os vereadores estão cumprindo bem seus deveres perante a população, os eleitores podem ir às sessões legislativas ou mesmo conversar com os parlamentares em seus gabinetes.

Os vereadores fazem parte do Poder Legislativo, e discutem e votam matérias que envolvem impostos municipais, educação municipal, linhas de ônibus e saneamento, entre outros temas da cidade. Cada vereador é eleito de forma direta, pelo voto, tornando-se um representante da população. Por isso, deve propor projetos que estejam de acordo com os interesses e o bem-estar do povo.

Na câmara municipal (também chamada de câmara de vereadores), os projetos, emendas e resoluções têm de passar por comissões, para serem votados no plenário. Mesmo depois de aprovados, projetos e emendas precisam ser submetidos à apreciação do prefeito, que pode vetá-los total ou parcialmente ou aprová-los. Quando há aprovação, o projeto é publicado no diário oficial da cidade e vira lei.

Por AMM

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