O Líbano deve ser o primeiro país a receber as primeiras unidades do blindado militar Guarani, produzido em Sete Lagoas pela Iveco. Um contrato firmado com a empresa da Itália exportará 10 unidades do Guarani para o Oriente Médio, inclusos também mais 70 unidades de outros modelos que são produzidos na Espanha. De acordo com o site especializado no setor Defense News, a expectativa é entregá-lo entre 2016 e 2017.

Segundo o site 30 milhões de euros, especificado no contrato, inclui 25 veículos leve multifuncional (LMV, sigla em inglês), conhecido como Lince. O jipe produzido na Itália foi testado pelo Exército do Brasil para ser incluído na parceria com a Iveco, mas ainda não há definição quanto a produção.

O blindado militar que é produzido em Sete Lagoas tem capacidade para 11 pessoas, o veículo é equipado com sistema anfíbio, e tração 6x6 capaz de alcançar velocidade elevada em vários terrenos. A artilharia pode alterar entre um canhão de 30 milímetros ou metralhadoras ponto 50 e 762.



Blindado Guarani produzido pela Iveco

Em 2013 a Fiat Industrial na América Latina afirmou ter negociado a venda de 14 veículos Guarani para a Argentina. Outro alvo apontado pela empresa eram os países Africanos. O projeto da Iveco Veículos de Defesa de Sete Lagoas conta com o principal contrato do exército brasileiro, ao todo serão entregues 2.044 viaturas ao exército até 2029, no valor de R$ 6 bilhões. Como o repasse da verba militar não estava sendo executada, a produção dos blindados sofreu uma queda e a Iveco deu férias coletivas neste ano, a 250 funcionários no setor.

Ainda segundo informações extraoficiais a Iveco dará férias coletivas a toda linha de produção tanto os de carga pesada quanto os veículos leves, a partir da próxima segunda-feira (13) de julho. Os funcionários ficaram em casa por 20 dias, somente o setor de engenharia deve permanecer funcionando. A empresa não se posicionou quanto à paralisação.



Fonte: SeteLagoas.com.br, Editado.
Imagens: Divulgação Iveco/Exército Brasileiro

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  1. Não se pode ficar de braço cruzado, mercado oscila o tempo todo. Infelizmente estamos em meio a uma turbulência que pode demorar mais um ano e meio, segundo especialistas.

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