A taxa de desemprego nos últimos três meses até maio foi estimada em 8,1% no País, ficando acima da taxa do mesmo trimestre do ano anterior (7,0%) e superando, também, a do trimestre encerrado em fevereiro de 2015 (7,4%). Trata-se do maior patamar para o desemprego desde março de 2012, quando o instituto começou a fazer a pesquisa. Os dados foram divulgados nesta quinta-feira pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). 

Cerca de 8,2 milhões de pessoas estavam desocupadas no trimestre encerrado em maio. Esta estimativa era 7,4 milhões no trimestre de dezembro a fevereiro de 2015, apontando alta de 10,2% (756 mil pessoas a mais). No confronto com o mesmo trimestre do ano passado, esta estimativa subiu 18,4% (1,3 milhão de pessoas a mais).

O número de pessoas ocupadas foi estimado em 92,1 milhões, não apresentando variação estatisticamente significativa quando comparada com o trimestre de dezembro a fevereiro de 2015 e também frente ao mesmo trimestre de 2014.

Rendimento

O rendimento médio real habitualmente recebido em todos os trabalhos (R$ 1.863) ficou estável frente ao trimestre de dezembro a fevereiro de 2015 (R$ 1.877) e em relação ao mesmo trimestre do ano passado (R$ 1.870). A massa de rendimento real habitualmente recebida em todos os trabalhos para o trimestre encerrado em maio (R$ 166,1 bilhões) também não apresentou variação estatisticamente significativa em ambos os períodos de comparação.



Fonte: Correio do Povo
Imagem: O Povo Online

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