No último dia 25, na semana mundial da água, foi lançado o livro Barraginhas: Plantando Água no salão de festas Marron Glacê em Sete Lagoas.

Marcaram presença 207 convidados, a grande maioria personagens do livro e seus familiares, do Norte de Minas, do Vale do Jequitinhonha, do Cerrado mineiro, Brasília, Belo horizonte, Florianópolis, Piauí, Bahia, Espírito Santo entre vários outros locais.

As comunidades da Bagagem e Periquito, em Cordisburgo, também participaram do projeto e são destaques no livro e marcaram presença no lançamento. Representantes do Periquito ainda se apresentaram para os presentes.


Quem implantou o projeto na cidade de Cordisburgo foi o ex-engenheiro agrônomo da EMATER de Cordisburgo, José Maria da Silva.

As barraginhas são pequenas bacias que captam enxurradas e permitem que a chuva infiltre no terreno, reabastecendo o lençol freático.

O engenheiro agrônomo Luciano Cordoval, da Embrapa Milho e Sorgo (Sete Lagoas, MG) é o coordenador do projeto iniciado na década de 1990 e atualmente presente em 13 estados e no Distrito Federal. 


A obra “Barraginhas plantando água” é um resgate histórico do projeto. A partir de fotografias e depoimentos, é possível conhecer a disseminação das barraginhas pelo Brasil e se emocionar com as histórias de vidas que foram transformadas pela abundância de água.

Há relatos de casos por todo o País. Luciano Cordoval contou com a parceria do pesquisador da Embrapa Milho e Sorgo Paulo Eduardo Ribeiro e da fotógrafa Mercedes Lorenzo na produção do livro. Paulo Eduardo conta que a obra oferece uma visão geral do projeto. “Um produtor que foi beneficiado no Vale do Jequitinhonha não conhece a história de outro que está no Pará. As pessoas que participam vão ver a abrangência do trabalho, vão conhecer detalhes da história de tantos lugares a que Luciano já foi”, comenta.

O projeto trabalha a partir da mobilização social das comunidades e estabelece parcerias com associações, sindicatos rurais, cooperativas. Nas reuniões de apresentação, Cordoval destaca a importância de os moradores abraçarem a proposta e serem protagonistas. “Um dos pilares do nosso projeto é fazer com que os produtores entendam que, quando a máquina retroescavadeira entra, eles é que são os técnicos e vão mostrar os pontos onde devem ser feitas as barraginhas”.

O projeto foi reconhecido e premiado por diversas entidades e proporcionou a melhoria na produção dos agricultores de todo o Brasil.

Com informações de EMBRAPA e www.tratamentodeagua.com.br










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