Na próxima terça-feira - 29/março, o PMDB poderá sacramentar a saída do governo e esta reunião, está sendo chamada de o "Dia D", no planalto.

A avaliação é que os demais partidos da base, PP à frente, tomarão decisão semelhante em seguida.

O presidente de uma das siglas mais próximas da presidente Dilma, projeta um cenário que o PT, PC do B e alguns deputados "avulsos" seriam os únicos à se manter com o governo. "Não temos vocação suicida e não vamos morrer abraçados a eles" - são relatos de alguns membros dos partidos em debandada.

O PRB, primeiro partido político a dar adeus a Dilma, diz que não há a mínima chance de retornar à base aliada do governo.

Por outro lado, em reunião no Palácio da Alvorada, Aloízio Mercadante (Min. Educação) - que havia "sumido" da residência oficial da chefe - sugeriu o anúncio de um plano de recuperação econômica para sair da crise...mas a ideia do ministro Mercadante, foi sacrificada em poucos minutos, sob argumento que não dá mais para "vender terreno na lua".

Em resumo: pacotes de medidas não vão mais colar em meio à turbulência.
E, diante de quadro tão caótico, o elo com o PT piora o índice de pré-candidatos às eleições municipais de outubro e é fator preponderante a esta iminente saída do apoio ao governo.

O PT está ficando à sós e isto seria um ato de SOS lançado pelo partido?

Reportagem Adriano Bossi com dados do Painel da Folha de S. Paulo
Imagem: Reprodução

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